Hoje, soprou um vento revolucionário no mundo da culinária do oseti [banquete tradicional japonês consumido durante o Ano Novo, composto por vários pratos especiais com significados simbólicos de prosperidade, saúde e felicidade para o ano que se inicia]! Por favor, vejam esta foto! A Mami-Okusama fez datemaki [prato tradicional japonês do oseti, geralmente feito com ovos e pasta de peixe] completamente vegano, sem usar absolutamente nenhum ingrediente de origem animal, como ovos ou pasta de peixe. Primeiro, vamos apresentar as Sagradas Palavras que chegaram do Masaaki-Sama. “A Mami, movida pela forte vontade de fazer um datemaki vegano, custe o que custasse, tentou e tentou repetidas vezes, ajustando a receita e o modo de preparo a cada tentativa, até chegar a essa receita. Quando comi um pedaço da porção feita nesta ocasião, intuitivamente surgiu em mim o seguinte sentimento: “Eureca!” Talvez Se teria sido fácil se ela usasse queijo de soja tofu, mas, como sempre digo, no inverno, o queijo de soja tofu ou o leite de soja é, naturalmente, impensável. Apesar de não usar essas coisas, seja na textura, no sabor ou na aparência, tudo é digno do nome “datemaki vegano”, e, peço desculpas pela pretensão, mas é de um sabor emocionante, até mesmo chocante. Não é exagero dizer que é um datemaki vegano que muda a visão do mundo. Além disso, faz o arroz avançar. Combina com o arroz! Não se trata de ser a Igreja Mundial do Messias, ou algo assim. É um prato que deveria se tornar o padrão da culinária para o oseti vegano no futuro, e gostaria que todos experimentassem como um dos pratos do oseti rumo ao novo ano.” Além disso, a Mami-Okusama disse o seguinte: “No datemaki vegano normalmente se usa o queijo de soja tofu, mas se comermos queijo de soja tofu no inverno o corpo fica gelado. O mesmo acontece com o leite de soja. Até seria bom no auge do verão, mas como oseti é feito em uma estação fria, desta vez quis fazer um datemaki delicioso sem usar o queijo de soja tofu e, então, ficou desta forma. Até chegar a este produto final, recebi muitos conselhos do Masaaki-Sama. Sem o Masaaki-Sama esta conclusão seria impossível. Realmente não consigo agradecer o suficiente.” Quanto esforço os dois dedicaram até chegar à conclusão dessa receita. Realmente uma culinária criativa suprema nascida como resultado de tentativa e erro em parceria, superando muito nossa imaginação. Sentimentos de veneração brotam intensamente. Segundo a Mami-Okusama, também foi muito popular entre as crianças, especialmente a segunda filha, a Miyu-Sama, que disse: “É o que mais gosto entre as comidas da mamãe”. Respeitosamente, este jornalista sentiu o coração do Masaaki-Sama sobre as Sagradas Palavras “combina com o arroz!”, que mesmo sendo uma culinária para o oseti, o arroz é sempre o principal. Mesmo que a culinária para o oseti tenha muitos pratos alinhados, achei que não devemos esquecer que o arroz é sempre o alimento principal. O datemaki vegano sobre o qual o Masaaki-Sama se referiu como sendo um “sabor emocionante”, “até mesmo chocante” e “um prato que deveria se tornar o padrão da culinária para o oseti vegano no futuro”. Assim como ele nos aconselhou em suas Sagradas Palavras, vamos tentar fazer essa receita e nos prepararmos para os pratos oseti de Ano Novo.Vamos apresentar a receita original que recebemos da Mami-Okusama. 【Ingredientes】(para 1 rolo)🥣※Desta vez, foi feita a quantidade adequada para fazer em uma esteira de 30cm × 30cm.・240g de abobora (cozida a vapor sem casca);※Como referência, cerca de 1/4 de abóbora de tamanho médio.・2 colheres e meia de sopa de caldo de alga kombu (concentrado)・1/3 de colher de chá de molho de soja;・2 colheres de sopa cheias de amido de kudzu;・2 colheres de chá de farinha de arroz integral;・Óleo de colza [quantidade adequada para embebecer no papel toalha e espalhar];・Sal a goto. 【Modo de preparo】👩🍳① Cozinhar a abóbora no vapor・Corte a abóbora com casca em pedaços de uma mordida, esfregue 1 colher de chá de sal com ambas as mãos, espalhe por toda a abóbora e deixe cerca de 10 minutos (só isso já realça muito a doçura!).・Coloque na panela de barro e leve ao fogo, quando a panela esquentar baixe o fogo e cozinhe no vapor em fogo baixo de 20 a 25 minutos (o truque é virar de cima para baixo a cada 4 minutos para não grudar no fundo da panela. Sem usar água nenhuma, só com panela de barro e sal fica surpreendentemente doce!).② Amassar a abóbora e temperar・Coloque a abóbora cozida no vapor em uma tigela e amasse enquanto ainda está quente.・Adicione farinha de arroz integral, molho de soja e uma pitada de sal e misture.・Em outro recipiente, misture amido de kudzu e caldo de alga kombu até a turbidez branca desaparecer completamente. Adicione isso à massa de abóbora e misture ainda mais.③ Espalhar a massa・Espalhe finamente óleo de colza no papel manteiga, coloque a massa de abóbora e espalhe uniformemente em formato retangular.※Ajuste o tamanho conforme o tamanho da esteira de enrolar que tenha em sua casa. Nesta ocasião, ajustei a forma para nossa esteira de 30cm × 30cm.④ Assar no forno・Asse em forno pré-aquecido a 170º C por cerca de 20 a 22 minutos.・Quando a superfície estiver bem seca e o centro não estiver mole, é sinal de que está pronto.⑤ Enrolar・Dentro de 3 minutos após assar, ainda morno, enrole de uma vez usando a esteira.・Coloque com a ponta do enrole para baixo e fixe bem com 2 elásticos.⑥ Esfriar・Depois de esfriar 30 minutos em temperatura ambiente, esfrie mais 30 minutos na geladeira para assentar.・Depois de voltar à temperatura ambiente, nasce a elasticidade adequada na massa e a forma também se fixa bem.⑦ Cortar・Corte no tamanho desejado e está pronto. O datemaki vegano que muda o conceito da culinária para o oseti! Sua participação curtindo, salvando e compartilhando este post é muito bem-vinda ✨Perfil da Mami-Okusama (Mami Okada):Natural da província de Aitchi. Cresceu como filha de agricultores. Seu codinome é “bela vegana orgulho do Japão”. Esposa do senhor Masaaki Okada, representante do Kyoshu da Igreja Mundial do Messias. Pesquisadora da dieta vegana. Pesquisadora da dieta vegana japonesa. Foi a primeira no mundo a estabelecer o gênero “Veg Marmita Decorada” e “Veg Marmita com Personagens”. Além da sua beleza, fundamenta-se na verdade alimentar dos alimentos sazonais, enraizada no clima do Japão e na sua cultura, e no princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis, orientados pelo Masaaki-Sama, através da criação de marmitas decoradas e marmitas de personagens artesanais incomparáveis que agradem tanto o estômago quanto o coração das crianças e de receitas originais, utilizando exclusivamente ingredientes naturais de origem vegetal, sem usar carnes, peixes, ovos, laticínios, mel e demais produtos de origem animal, ou alimentos industrializados congelados, acompanhamentos prontos vendidos em supermercados, aditivos ou qualquer variedade de açúcar, tem se dedicado à difusão do Veganismo Cristão, a verdadeira alimentação saudável. É graduada na Universidade de Tsukuba. Ainda quando universitária, dedicou-se com afinco a trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, entre outros. Durante o período universitário, foi convidada várias vezes para participar do concurso Miss Tsukuba. Também foi procurada por várias agências de modelos, mas recusou todos esses convites, porque queria se concentrar nos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados. Em 2012, em reconhecimento à sua dedicação aos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, recebeu o Prêmio Presidente da Universidade Tsukuba. Possui um diploma que lhe permite lecionar inglês para alunos do ensino fundamental e médio. Depois de se formar na universidade, em 2013, tornou-se funcionária da Igreja Mundial do Messias. Em 2014, casou-se com Masaaki Okada, bisneto de Mokiti Okada (1882-1955), fundador da Igreja Mundial do Messias – seu marido é o representante e sucessor do Kyoshu. Atualmente, enquanto cria três filhos, tem se empenhado mais do que ninguém na prática e propagação do Veganismo Cristão, que consiste na revolucionária mensagem do Masaaki-Sama: “Cristo Jesus foi o nosso último sacrifício e, portanto, a alimentação que é acompanhada do sofrimento de animais não é mais necessária”.