Dando sequência à milagrosa “enguia grelhada vegana”, recebemos da Mami-Okusama uma nova receita original usando inhame da estação e, então, gostaríamos de apresentá-la. Nesta ocasião, o que recebemos foi a receita do comemorativo inhame cozido ao vapor, feito com ingredientes oferecidos pelos membros. A expressão deliciosa do inhame e o toque da casca de yuzu [cítrico tradicional japonês, considerado um dos ingredientes mais refinados da culinária japonesa] se harmonizam magnificamente, transmitindo alta elegância até mesmo através da foto! Recebemos as impressões do Masaaki-Sama que provou este prato, então gostaríamos de apresentá-las. Talvez porque foi cozido ao vapor primeiro, mas o viscoso permaneça bem preservado e, ao mastigar, o interior tem uma textura diferente dos cozidos tradicionais, que não é nem fofa nem mole, mas tem uma consistência adequada ao mastigar, mantendo a sensação pegajosa característica do inhame, enquanto também tem uma textura aveludada. Senti que é uma receita requintada. Além disso, o sabor terroso do inhame, no bom sentido, e a compatibilidade com a casca de yuzu que faz um belo contraste com essa viscosidade, me fez pensar que é uma harmonia milagrosa que devemos absolutamente deixar para a posteridade dentro da alimentação vegana japonesa. Desta vez, fizemos isto com as oferendas dos membros. Muito obrigado mesmo. Sou grato à Mami que cozinhou de forma tão deliciosa essas coisas preciosas que os membros fizeram para nós, essa sinceridade. Além disso, junto à receita, a Mami-Okusama nos concedeu as seguintes palavras: Ficarei feliz se puderem desfrutar da textura e sabor diferentes dos cozidos tradicionais. O inhame, ao ser cozinhado ao vapor com casca, sem descascar, não apenas fica menos propenso a desmanchar no cozimento, mas também consegue manter bem o viscoso importante que está na parte da casca fina. Esse viscoso é que regula o ambiente intestinal, protege gentilmente o estômago e intestinos, e até elimina o inchaço, sendo o verdadeiro ‘banquete’. Como também fica bonito em ocasiões de celebração, é perfeito para Natal, Ano Novo e para o oseti[1]. Então, cozinhar com a casca é o segredo da receita! E ainda por cima, esse viscoso regula o estômago e intestinos e até elimina o inchaço. Ao receberem nossos sentimentos, os sentimentos dos membros, e sublimá-los para uma alimentação vegana japonesa única, novamente surge um sentimento de veneração ao Masaaki-Sama e à Mami-Okusama. O comemorativo inhame cozido ao vapor, que o Masaaki-Sama chama de “harmonia milagrosa”: mal posso esperar para fazê-lo! Vamos também saborear a compatibilidade requintada entre o viscoso do inhame e a casca de yuzu, que o Masaaki-Sama elogiou tanto, e nos aquecer, tanto o coração quanto o corpo. 【Ingredientes】・8 a 10 inhames・300ml de caldo de algas kombu・2 colheres de sopa de mirin [espécie de vinho de arroz]・1 colher de sopa de sakê・1,5 colher de sopa de molho de soja・Sal à gosto・Casca de yuzu (a gosto) a gosto 【Modo de preparo】1. Preparação inicial・Esfregar uma pitada de sal nas duas mãos, aplicar em todo o inhame com casca e deixar por cerca de 10 minutos.2. Cozinhar ao vapor (se possível, em panela de barro + grade para vapor)・Cozinhar o inhame ao vapor com casca por cerca de 12 minutos, parando no ponto de 80% do cozimento, onde o palito não entra completamente.※O segredo para não desmanchar no cozimento é não deixar muito macio.・Enquanto quente, descascar (descasca deslizando e é emocionante! A casca descascada fica deliciosa também como tempura ou cozido temperado salgado e adocicado).③Fazer o caldo de cozimento・Colocar o caldo de algas kombu na panela de barro e ferver, adicionar o sakê e deixar evaporar o álcool.・Continuar adicionando o mirin e ferver, por último colocar o molho de soja para ajustar o sabor.④Cozinhar・Colocar gentilmente os inhames cozidos ao vapor, cobrir com a tampa que afunda e cozinhar em fogo baixo por 10 a 12 minutos para absorver o sabor.・Se girar a panela de barro devagar durante o processo, o brilho e o lustro ficam uniformes.・Quando o caldo de cozimento ficar só um pouco no fundo da panela de barro, adicionar um pouco de sal em volta, deixe pegar gosto e apagar o fogo.※Cuidado para não grudar no fundo da panela de barro.⑤Esfriar・Esfriar na própria panela de barro (o sabor penetra mais profundamente quando esfria).・Para finalizar, colocar por cima tiras finas de casca de yuzu a gosto – o aroma se espalha suavemente. Um banquete de inverno que regula o coração e o corpo! Sua participação curtindo, salvando e compartilhando este post é muito bem-vinda ✨Perfil da Mami-Okusama (Mami Okada):Natural da província de Aitchi. Cresceu como filha de agricultores. Seu codinome é “bela vegana orgulho do Japão”. Mãe de três filhos. Esposa do senhor Masaaki Okada, representante do Kyoshu da Igreja Mundial do Messias, e Assessora do Representante do Kyoshu. Pesquisadora da dieta vegana. Pesquisadora da dieta vegana japonesa. Tem se empenhado mais do que ninguém na prática e propagação da Dieta Vegana Cristã, que consiste na revolucionária mensagem do Masaaki-Sama: “Cristo Jesus é o nosso último sacrifício e, portanto, a alimentação que é acompanhada do sofrimento de animais não é mais necessária”. Como parte disso e motivada pelo desejo de querer que as crianças conheçam o verdadeiro sabor dos alimentos, tem realizado trabalhos beneficentes como oficinas práticas de preparação de oniguiris em orfanatos e instituições que acolhem crianças em todo o Japão. Além disso, foi a primeira no mundo a estabelecer o gênero “Veg Marmita Decorada” e “Veg Marmita com Personagens” que só usa produtos de origem vegetal. Além da sua beleza, fundamenta-se na verdade alimentar dos alimentos sazonais, enraizada no clima do Japão e na sua cultura, e no princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis, orientados pelo Masaaki-Sama, para criar marmitas veganas. Ademais, tem se dedicado à difusão da alimentação vegana cristã, a verdadeira alimentação saudável através da criação de inúmeras receitas originais. É graduada na Universidade de Tsukuba. Ainda quando universitária, dedicou-se com afinco a trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, entre outros. Foi convidada várias vezes para participar do concurso Miss Tsukuba e também foi procurada por várias agências de modelos, mas recusou todos esses convites, porque queria se concentrar nos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados. Em 2012, em reconhecimento à sua dedicação aos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, recebeu o Prêmio Presidente da Universidade Tsukuba. Possui um diploma que lhe permite lecionar inglês para alunos do ensino fundamental e médio. Depois de se formar na universidade, em 2013, tornou-se funcionária da Igreja Mundial do Messias. Casou-se em 2014.[1] Oseti: banquete tradicional japonês consumido durante o Ano Novo, composto por vários pratos especiais com significados simbólicos de prosperidade, saúde e felicidade para o ano que se inicia.