[Sagradas Palavras do Masaaki-Sama] A alga hijiki é uma existência única. Ao mesmo tempo em que é uma alga marinha, por algum motivo, ela tem um sabor barrento e terroso. Embora tenha vindo do mar, ela traz consigo elementos das montanhas. Sabor barrento, sabor marítimo, cheiro de maresia, cheiro de terra: listei conforme me vinha à mente os sabores que a alga hijiki me faz sentir, mas o resultado foi uma lista que não parece nada apetitosa. Entretanto, por incrível que pareça, essa alga tão peculiar tem um sabor extraordinário que nos faz perceber como o mundo das algas é um abismo sem fundo. Algum tempo atrás, quando minha esposa e eu comemos, juntos, o que havia sobrado de um refogado de alga hijiki, ficou gravado na minha memória a cena da minha filha mais velha e a segunda filha (ambas no Ensino Fundamental) meio que nos censurando, com labaredas (?) saindo de seus olhos, enquanto diziam: “Nós também queríamos comer!” Alunas do ensino fundamental que adoram comer um refogado de alga hijiki: modéstia à parte, minhas filhas são estilosas demais. Bem, se eu tivesse que apontar o que há de comum no broto de bambu e na alga hijiki, diria que se trata do sabor terroso. Ou seja, esta combinação, enquanto reúne ingredientes da montanha e do mar, na verdade é um duelo: terra contra terra. O ponto de interesse desse confronto é justamente o encontro entre o sabor de terra do broto de bambu e o sabor terroso da alga hijiki. O que, por fim, nasce a partir desse encontro é um aroma terroso que é encorpado e sensual, e uma doçura indescritível. A alga hijiki, ao ser cozida, desenvolve uma doçura viscosa e própria. Ao se misturar com a doçura direta e franca do broto de bambu, a doçura própria da alga hijiki é extraída ao máximo. Em suma, se eu tivesse de definir esta receita em uma frase, seria “Receita: Doçura Terrosa Bombástica”. Serei sincero: é um nome incompreensível. Bom, se experimentarem, entenderão. O que não pode ser esquecido é sansho (variedade de pimenta japonesa). A grandiosidade desta folha nobre é algo que este espaço não comporta. Parece uma folhinha qualquer, tão pequena e discreta, mas o poder quase que destruidor no seu aroma é algo que desafia a imaginação. Só de pensar no quanto as outras folhas devem temê-la, dá vontade de rir. Agora, creio que não seja preciso dizer, mas o poder nutricional da alga hijiki, um verdadeiro tesouro de minerais, combinado ao broto de bambu, com seu crescimento explosivo, é incalculável. Gostaria que esta receita seja saboreada de forma proativa principalmente pelas crianças pequenas, alunos do Ensino Fundamental e adolescentes em fase de crescimento. Eu próprio como sem o acompanhamento de nada e, depois, ou misturo com o arroz dentro da boca, ou misturo logo de cara com o arroz, ou misturo ao arroz colocando vinagre de ameixa por cima, ou enrolo toda essa mistura em alga nori e encho a boca até as bochechas incharem: estou me deliciando com tantas maneiras de comer. Será que existe refeição mais rica do que essa? Não, não existe. Não existe, não. Para os japoneses, não existe refeição mais rica do que aquela que é feita à base de arroz, sopa de missô, algas marinhas e ingredientes da estação. Não existe. Quero me esforçar ao máximo para propagar o Veganismo Cristão, a fim de que um número cada vez maior de pessoas consiga despertar para uma riqueza verdadeira como essa. Por fim, a alga hijiki e o broto de bambu usados nesta ocasião foram oferecidos por membros. Senhores membros, agradeço a todos de coração. Enquanto deixo que a doçura terrosa permeie todo o meu ser e, acima de tudo, tomando a preciosa sinceridade de cada um dos membros como o verdadeiro nutriente, me dirijo à Obra Divina no dia de hoje. ――― Masaaki-Sama, isso é simplesmente extraordinário. A “Doçura Terrosa Bombástica” do encontro do broto de bambu com a alga hijiki – o senhor venceu essa. A análise da qual transborda o amor do Masaaki-Sama pela alga hijiki e a descoberta a partir da aguçada sensibilidade do seu paladar, narrada com humor brilhante, é um “prato ímpar no mundo inteiro”. Como sempre, cada palavra pulsa com uma força que move quem a lê, impelindo-o a cozinhar e provar. O episódio com as filhas que adoram refogado de alga hijiki é simplesmente encantador: não conseguimos evitar um sorriso espontâneo. São, sem dúvida, as alunas do Ensino Fundamental que mais conhecem o encanto da alga hijiki no mundo inteiro. Transborda em nós a gratidão pelo Masaaki-Sama, que se alegra com as oferendas feitas por membros, e pela Mami-Okusama, que prontamente cozinha e diz: “Preparei com todo o carinho e gratidão”. Sigamos o exemplo da Mami-Okusama, que sempre usa ingredientes da estação, e aproveitemos este momento em que o broto de bambu está disponível, para experimentar esta receita e transmitir às pessoas ao redor a riqueza da alimentação vegana cristã promovida pelo Masaaki-Sama. O amor pela alga hijiki da Mei-Sama e da Miyu-Sama também é bombástico! Sua participação curtindo, salvando e compartilhando é muito bem-vinda ✨ ―――――《Receita original da Mami-Okusama 👇》【Ingredientes】・200g de broto de bambu (já sem o amargor);・20g de alga hijiki ressecada;・200ml da água de reidratação da alga hijiki;・1 colher de chá de óleo de gergelim;・1 colher de sopa de saquê;・1 colher de sopa de mirin (espécie de vinho de arroz);・2 colheres de sopa de molho de soja;・Sal a gosto;・Folhas de sansho a gosto. 【Modo de preparo】① Preparo dos ingredientes・Corte o broto de bambu (já sem o amargor) em tiras um pouco mais largas.※ Para a remoção do amargor, consulte a publicação de abril do ano passado: “‘A bela orgulho do Japão usando um quimono vegano’ – Cozido de broto de bambu”.・Reidrate a alga hijiki colocando-a na água até cobrir e escorra bem. Reserve a água da reidratação. ② Refogar・Aqueça a panela de barro, adicione o óleo de gergelim, o broto de bambu e uma pitada de sal (uma pitada usando três dedos) e refogue em fogo baixo, devagar e com calma.・Adicione a alga hijiki e refogue rapidamente. ③ Cozinhar em caldo・Adicione a água da reidratação da alga hijiki e, assim que levantar fervura, tampe a panela e cozinhe até o broto de bambu ficar ainda mais macio.・Aumente a intensidade do fogo para o fogo alto, adicione o saquê e deixe o álcool evaporar.・Adicione o mirin e deixe o álcool evaporar. Em seguida, acrescente fios de molho de soja e misture.・Tampe novamente e deixe cozinhar em fogo baixo até o líquido reduzir. Finalize com uma pitada de sal, misture bem e está pronto. Perfil da Mami-Okusama (Mami Okada):Natural da província de Aitchi. Cresceu como filha de agricultores. Seu codinome é “bela vegana orgulho do Japão”. Mãe de três filhos. Esposa do senhor Masaaki Okada, representante do Kyoshu da Igreja Mundial do Messias, e Assessora do Representante do Kyoshu. Pesquisadora da dieta vegana. Pesquisadora da dieta vegana japonesa. Tem se empenhado mais do que ninguém na prática e propagação da Dieta Vegana Cristã, que consiste na revolucionária mensagem do Masaaki-Sama: “Cristo Jesus é o nosso último sacrifício e, portanto, a alimentação que é acompanhada do sofrimento de animais não é mais necessária”. Como parte disso e motivada pelo desejo de querer que as crianças conheçam o verdadeiro sabor dos alimentos, tem realizado trabalhos beneficentes como oficinas práticas de preparação de oniguiris em orfanatos e instituições que acolhem crianças em todo o Japão. Além disso, foi a primeira no mundo a estabelecer o gênero “Veg Marmita Decorada” e “Veg Marmita com Personagens” que só usa produtos de origem vegetal. Além da sua beleza, fundamenta-se na verdade alimentar dos alimentos sazonais, enraizada no clima do Japão e na sua cultura, e no princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis, orientados pelo Masaaki-Sama, para criar marmitas veganas. Ademais, tem se dedicado à difusão da alimentação vegana cristã, a verdadeira alimentação saudável através da criação de inúmeras receitas originais. É graduada na Universidade de Tsukuba. Ainda quando universitária, dedicou-se com afinco a trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, entre outros. Foi convidada várias vezes para participar do concurso Miss Tsukuba e também foi procurada por várias agências de modelos, mas recusou todos esses convites, porque queria se concentrar nos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados. Em 2012, em reconhecimento à sua dedicação aos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, recebeu o Prêmio Presidente da Universidade Tsukuba. Possui um diploma que lhe permite lecionar inglês para alunos do ensino fundamental e médio. Depois de se formar na universidade, em 2013, tornou-se funcionária da Igreja Mundial do Messias. Casou-se em 2014.