[Sagradas Palavras do Masaaki-Sama] Todas as manhãs, enquanto prepara a marmita de três crianças e o café da manhã para uma família de cinco pessoas, Todas as tardes, enquanto faz os preparativos para o jantar das cinco pessoas da família, Minha esposa, Mami, não se limita a dar conta de tudo isso sem mais nem menos, Desafiando-se também corajosamente à criação constante de novas receitas. Mesmo em relação ao bolinho de nabo ressecado, que gostaríamos de apresentar nesta ocasião, é uma receita que passou por várias tentativas, criando versões com cebola, ajustando a quantidade de farinha, verificando se ficaria gostoso mesmo depois de esfriar, até chegarmos a esta receita. Trata-se de um prato com uma combinação harmônica entre o “croc” da textura crocante do nabo ressecado e a textura macia e elástica do arroz glutinoso com amido de kudzu. Para as crianças, está ótimo assim mesmo, mas, para os adultos, acho que também pode ser degustado com molho de soja (não com o molho ponzu). Bom, o nabo é fabuloso demais, não é mesmo? Se for cozido, fica com uma maciez que derrete na boca. Também é uma delícia cortado em fatias finas na sopa de missô, pode ser ralado para ser usado como condimento ou virar a conserva takuan[1]. Mesmo sendo servido sozinho, fatiado como um bife, tem um sabor deslumbrante que leva a repetir a porção de arroz. Além disso, as folhas são uma mina de cálcio e quando são misturadas ao arroz fazem esse prato se tornar uma obra-prima. Ademais, o nabo também pode ser saboreado ressecado e servido como o nabo congelado ou o nabo ressecado ao sol. Este é um vegetal que, sem sombra de dúvidas, está no topo do reino vegetal. Sim, no topo. O nabo é tão descomunal que chega a surgir em mim um medo misterioso: será que o reino humano não será dominado por ele? A civilização moderna e o Homem sendo derrubados pela civilização do nabo. Depois de ter atingido tamanha evolução e progresso, a humanidade não foi derrotada pela IA, nem por um meteoro, nem pelos extraterrestres, mas, por incrível que pareça pelos nabos... Não tenho o mínimo arrependimento disso. D-deixem eu me recompor. Quão maravilhoso é Deus, que criou um vegetal saboroso como este. Permitam-me dizer que, além de um gênio grandioso, Ele tem uma percepção fora do normal. Além disso, quando penso naquele cozido macio que se desfaz na boca, uma mente tão simples como a minha não consegue compreender o porquê de o nabo ressecado ficar crocante. No entanto, a ideia da Mami foi combinar essa crocância com a textura macia e elástica que as farinhas proporcionam (acredito eu que seja isso). Ou seja, o que ela fez foi combinar a crocância e a textura macia e elástica. Já que é assim, por que não nomear esta receita de “Crocmacielástica”? Croc-croc! Maaacielástico! Croc-croc! Maaacielástico! Até uma melodia chega aos meus ouvidos. Seria uma felicidade se todos experimentassem a receita da minha esposa, que se empenha na difusão do Veganismo Cristão através da alimentação. Um acompanhamento de grande satisfação, mesmo sendo parte de uma marmita!Sua participação curtindo, salvando, compartilhando este post é muito bem-vinda ✨ 《Receita original da Mami-Okusama 👇》【Ingredientes】・30 g de nabo ressecado;・200 ml de água;・40 g de farinha de arroz glutinoso;・15 g de amido de kudzu;・1/3 de colher de chá de sal;・1 colher de chá de aonori em flocos;・2 colheres de chá de gergelim cru e lavado;・Óleo de gergelim a gosto. 【Modo de preparo】① Reidratar o nabo ressecadoLave levemente o nabo ressecado, coloque em uma tigela, adicione 200 ml de água e deixe de molho por cerca de 10 minutos.※ A água de reidratação concentra a doçura e o umami do nabo. Não descarte, use no preparo.② Picar o nabo ressecadoEscorra levemente a água e pique finamente.※ Não esprema demais. Deixar um pouco de umidade deixa a massa mais macia e elástica.③ Preparo da massaTorre o gergelim cru e lavado.Na água de reidratação do nabo, dissolva a farinha de arroz glutinoso, o amido de kudzu e o sal até obter uma massa lisa e homogênea.Adicione o nabo picado, a alga aonori e o gergelim torrado, e misture bem.④ Descansar a massaDeixe a massa repousar por 5 a 10 minutos.※ A farinha de arroz glutinoso e o amido de kudzu se incorporam melhor, deixando a massa mais coesa.⑤ Grelhar・Aqueça uma frigideira (de ferro, se possível), adicione 1 colher de chá de óleo de gergelim, coloque a massa na frigideira com uma colher e molde em formato circular.※ Não coloque muitos de uma vez. Grelhe em duas ou mais remessas, se necessário.・Grelhe em fogo médio-baixo por 2 a 3 minutos.※ O segredo é não mexer durante esse período. Quando estiver pronto, soltará naturalmente da frigideira.・Quando estiver bem dourado embaixo, vire, tampe e grelhe em fogo baixo por mais 1 a 2 minutos.・Retire a tampa e grelhe em fogo médio por mais um momento para evaporar o excesso de umidade.・Quando ambos os lados estiverem dourados, está pronto!⑥ Opções a gosto ☺É delicioso puro, mas também pode ser servido com molho de soja a gosto. Também pode ser enrolado em alga nori, servindo ao estilo isobe de bolinhos de arroz glutinoso, e fica simplesmente irresistível com um toque de molho de soja! ――― Perfil da Mami-Okusama (Mami Okada):Natural da província de Aitchi. Cresceu como filha de agricultores. Seu codinome é “bela vegana orgulho do Japão”. Mãe de três filhos. Esposa do senhor Masaaki Okada, representante do Kyoshu da Igreja Mundial do Messias, e Assessora do Representante do Kyoshu. Pesquisadora da dieta vegana. Pesquisadora da dieta vegana japonesa. Tem se empenhado mais do que ninguém na prática e propagação da Dieta Vegana Cristã, que consiste na revolucionária mensagem do Masaaki-Sama: “Cristo Jesus é o nosso último sacrifício e, portanto, a alimentação que é acompanhada do sofrimento de animais não é mais necessária”. Como parte disso e motivada pelo desejo de querer que as crianças conheçam o verdadeiro sabor dos alimentos, tem realizado trabalhos beneficentes como oficinas práticas de preparação de oniguiris em orfanatos e instituições que acolhem crianças em todo o Japão. Além disso, foi a primeira no mundo a estabelecer o gênero “Veg Marmita Decorada” e “Veg Marmita com Personagens” que só usa produtos de origem vegetal. Além da sua beleza, fundamenta-se na verdade alimentar dos alimentos sazonais, enraizada no clima do Japão e na sua cultura, e no princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis, orientados pelo Masaaki-Sama, para criar marmitas veganas. Ademais, tem se dedicado à difusão da alimentação vegana cristã, a verdadeira alimentação saudável através da criação de inúmeras receitas originais. É graduada na Universidade de Tsukuba. Ainda quando universitária, dedicou-se com afinco a trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, entre outros. Foi convidada várias vezes para participar do concurso Miss Tsukuba e também foi procurada por várias agências de modelos, mas recusou todos esses convites, porque queria se concentrar nos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados. Em 2012, em reconhecimento à sua dedicação aos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, recebeu o Prêmio Presidente da Universidade Tsukuba. Possui um diploma que lhe permite lecionar inglês para alunos do ensino fundamental e médio. Depois de se formar na universidade, em 2013, tornou-se funcionária da Igreja Mundial do Messias. Casou-se em 2014.[1] Takuan é um tipo de conserva japonesa feita com nabo daikon fermentado em farelo de arroz e sal. O processo de fermentação, que pode durar de semanas a vários anos, confere ao takuan sua cor amarelada característica, textura crocante e sabor levemente ácido e salgado. É um dos acompanhamentos mais tradicionais da culinária japonesa, presente nas marmitas e refeições diárias há séculos.