[Sagradas Palavras do Masaaki-Sama] Só de ouvir a palavra “nirá”, sinto o interior da boca ser preenchido por aquele odor de uma cebolinha que fica presa entre os dentes. Em casa, somos grandes fãs desse odor de cebolinha. Com a chegada da primavera, vamos ao campo à procura desse odor de cebolinhas e ficamos caminhando enquanto procuramos a cebolinha silvestre. Isso se junta à nirá, e a família inteira exala esse odor de cebolinha. Por mais que escovemos os dentes com afinco, creio que esse cheiro já está impregnado nas profundezas da nossa arcada dentária. Chega a ser um pouco assustador, mas sinto orgulho de ter o odor de cebolinha como um substituto de um perfume. Deixem-me voltar ao tema principal, já que algo não está cheirando bem (seria odor de cebolinha?) no rumo do assunto. Em casa, basicamente refogamos a nirá ao molho de soja e a misturamos ao arroz com alga nori picada à mão, fazendo um donburi de nirá. Mas, às vezes, minha esposa também prepara a receita feita nesta ocasião. O donburi de nirá que acabei de mencionar tem um sabor intenso e potente do conjunto formado pelo molho de soja, a alga nori e a nirá (chega a dar arrepios o fato de não pararmos de repetir a porção de arroz), mas, neste temperado feito com cebola, gergelim e missô, o que chama a atenção é, como não pode deixar de ser, a doçura. Ao refogar a cebola lentamente, a doçura é extraída ao limite e isso chega a tal ponto que essa doçura já provoca sinais de abstinência. Isso é um perigo. E, ainda por cima, é fartamente coberto de gergelim, com o mirin refogado para perder o teor alcoólico. Que é doce, é doce, mas como existe o sabor profundo e terroso do missô, trata-se de uma doçura vigorosa. Porém, mesmo se tratando de uma alga nori, mesmo se tratando de um molho de soja ou uma pasta de missô, o sabor inconfundível da nirá, que é tão aromática, permanece intacto. Inclino-me respeitosamente diante do potencial da nirá, que não abaixa a cabeça para nenhum tempero. Em vez de misturá-la ao arroz, como em um donburi de nirá, prefiro que esse prato – o sabor desse prato – seja saboreado com vigor e, depois disso, levemos calmamente os hashis ao arroz. Com isso, deixá-los se unirem em um só dentro da boca. Nirá, nirá, niiirá ♩ Nirá, nirá, niiirá ♩ Nirá, nirá, niiirá ♫ De qualquer forma, todo japonês que se preze, Sem precisar que ninguém diga algo, Consome arroz, sopa de missô, algas marinhas e vegetais da estação. Digo isso várias vezes, mas não é o caso de trair esses alimentos com um pão. Até quando essa fascinação pelo Ocidente vai durar? “Fazer as pessoas sentirem fascinação pelo pão” é exatamente o que o Ocidente deseja. Ninguém percebe que isso é uma colonização alimentar? A difusão da cultura do pão resulta no consumo de carne, leite (incluindo alternativas vegetais como o leite de soja) e outros alimentos ocidentais que o acompanham. Será que ninguém consegue enxergar que fazer as pessoas gostarem de pão é o símbolo de um pós-guerra que nunca chegou ao fim? Com a dieta vegana ocidental, que consiste no consumo de pães, carne de soja, leite de soja, entre outros, é o mesmo. Quem realmente é japonês não deveria sentir fascinação por esse tipo de alimento. É claro que eu também rejeito categoricamente a crença excessiva nas proteínas. O corpo não consegue armazenar proteínas e o excesso de proteína se torna um fardo para os órgãos internos. Creio, sem qualquer sombra de dúvida, que o princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis é o que está em consonância com o coração de Deus. A revitalização da alimentação japonesa é a revitalização do espírito japonês e, sem ela, o povo japonês jamais brilhará realmente no mundo. Esta receita de nirá, que aparenta ser simples, tem o poder de restaurar o espírito do povo japonês e, ao mesmo tempo, sua verdadeira alimentação, fazendo, assim, avançar a Obra Divina da Igreja Mundial do Messias com o estrondo de um trovão e a intensidade de uma avalanche. O Veganismo Cristão que nasceu no Japão vai dominar o mundo. Não! Ele “nirá” além. Ah, o que eu quis dizer foi “irá” além. Sou tão vidrado em nirá que acabei errando. ――――――― “Nirá, nirá, niiirá ♫” Existia neste mundo uma palavra mágica que faz ficarmos com vontade de repetir a porção de arroz! Masaaki-Sama, o senhor venceu essa com estilo. O poder do seu humor desconcertante, que inevitavelmente faz o rosto ficar sorridente e arranca uma gargalhada involuntária, é de fato um perigo. Eu, o repórter, que queria evitar fazer expressões estranhas enquanto tentava conter o riso em público, sou forçado a concluir que ler as Sagradas Palavras do Masaaki-Sama exige um ambiente de tranquilidade. A doçura da nirá e cebola temperadas com gergelim e missô, descrita pelo Masaaki-Sama como sendo “um perigo”, amplificada pela cebola lentamente refogada. A Mami-Okusama também nos disse com entusiasmo: “É uma doçura bombástica!” Logo após sentirmos o coração disparar de vontade de experimentar esta receita, a sagrada orientação do Masaaki-Sama fez com que nos endireitássemos, tomados por uma profunda comoção. A lavagem cerebral e a imposição de valores pelo Ocidente cobrem o Japão, que se vê completamente explorado, dependente e subjugado. Sem dúvida, seria impossível nos libertarmos por conta própria das correntes invisíveis desta “colonização alimentar” que o Masaaki-Sama nos disse. E estas Sagradas Palavras são, sem dúvida, uma verdadeira declaração de abolição feita pelo Masaaki-Sama ao povo japonês. Que sejamos invadidos pelo sentimento profundo de que não podemos continuar sendo dominados por uma cultura alimentar que atende somente à conveniência do Ocidente, deixando que nos seja roubada a vontade e a força de sermos independentes. Com a convicção de que a chave para derrubar a colonização alimentar é o Veganismo Cristão proposto pelo Masaaki-Sama, sirvamos com vigor para que também correspondamos à “revitalização do espírito japonês”, que está sendo realizada pelo Masaaki-Sama, tendo como ponto de partida os alimentos que colocamos à mesa diariamente! Que a revitalização da alimentação japonesa se dê pelas nossas próprias mãos! Sua participação curtindo, salvando e compartilhando é bem-vinda ✨ 《Receita original da Mami-Okusama 👇》 【Ingredientes】・1 maço de nirá (aprox. 100 g);・1 cebola média (aprox. 200 g);・1 colher de chá de óleo de gergelim;・Sal a gosto. * Molho de gergelim e missô・30g de pasta de missô;・1 colher de sopa de mirin [espécie de vinho de arroz];・1 colher de chá de molho de soja;・1 colher de sopa de gergelim cru e lavado. 【Modo de preparo do molho de gergelim e missô】① Torre o gergelim cru e lavado e triture suavemente no pilão.② Na panela de barro (que tenha só um pegador, se não tiver), ferva o mirin para evaporar o álcool, adicione o molho de soja, apague o fogo imediatamente e incorpore a pasta de missô, misturando bem.③ Adicione ao gergelim triturado e misture até obter um creme homogêneo. Pronto! 【Modo de preparo】① Corte a nirá em pedaços de 4 a 5 cm e fatie a cebola finamente.② Aqueça uma frigideira (de ferro, se possível), adicione a cebola e um pouco de sal e refogue em fogo baixo, devagar, até a cebola ficar levemente dourada.③ Aumente para fogo médio, adicione a nirá e refogue rapidamente, de modo a manter a textura crocante.④ Tempere com o molho de gergelim e missô, e está pronto! Perfil da Mami-Okusama (Mami Okada):Natural da província de Aitchi. Cresceu como filha de agricultores. Seu codinome é “bela vegana orgulho do Japão”. Mãe de três filhos. Esposa do senhor Masaaki Okada, representante do Kyoshu da Igreja Mundial do Messias, e Assessora do Representante do Kyoshu. Pesquisadora da dieta vegana. Pesquisadora da dieta vegana japonesa. Tem se empenhado mais do que ninguém na prática e propagação da Dieta Vegana Cristã, que consiste na revolucionária mensagem do Masaaki-Sama: “Cristo Jesus é o nosso último sacrifício e, portanto, a alimentação que é acompanhada do sofrimento de animais não é mais necessária”. Como parte disso e motivada pelo desejo de querer que as crianças conheçam o verdadeiro sabor dos alimentos, tem realizado trabalhos beneficentes como oficinas práticas de preparação de oniguiris em orfanatos e instituições que acolhem crianças em todo o Japão. Além disso, foi a primeira no mundo a estabelecer o gênero “Veg Marmita Decorada” e “Veg Marmita com Personagens” que só usa produtos de origem vegetal. Além da sua beleza, fundamenta-se na verdade alimentar dos alimentos sazonais, enraizada no clima do Japão e na sua cultura, e no princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis, orientados pelo Masaaki-Sama, para criar marmitas veganas. Ademais, tem se dedicado à difusão da alimentação vegana cristã, a verdadeira alimentação saudável através da criação de inúmeras receitas originais. É graduada na Universidade de Tsukuba. Ainda quando universitária, dedicou-se com afinco a trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, entre outros. Foi convidada várias vezes para participar do concurso Miss Tsukuba e também foi procurada por várias agências de modelos, mas recusou todos esses convites, porque queria se concentrar nos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados. Em 2012, em reconhecimento à sua dedicação aos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, recebeu o Prêmio Presidente da Universidade Tsukuba. Possui um diploma que lhe permite lecionar inglês para alunos do ensino fundamental e médio. Depois de se formar na universidade, em 2013, tornou-se funcionária da Igreja Mundial do Messias. Casou-se em 2014.