[Sagradas Palavras do Masaaki-Sama] Serei franco: fava cheira chulé. Peço desculpas por começar de forma chocante. Mas essa é a verdade, não é? A fava tem um cheiro, um sabor peculiar. Em inglês existe a expressão acquired taste que, em linhas gerais, significa “sabor adquirido”. Trata-se de um sabor peculiar que leva tempo até que seja considerado saboroso ou até que se torne sabor apreciado por quem entende. Acho que a fava é exatamente um daqueles alimentos de “sabor temperamental”. É claro que existem pessoas que gostam assim que a conhecem (isso não é motivo para se gabar), mas também existem pessoas que levam tempo para se acostumar. Diga-se de passagem, aqui em casa todos adoram a fava, e as crianças também comem bastante com grande alegria. Aos membros que nos ofereceram, agradecemos de coração. Entre os grãos desta época, certamente gostaria que dessem importância às favas. Fava, a yokozuna[1] das leguminosas. Pois bem. A questão é o seguinte: como se prepara a fava? O clássico aqui em casa é assar a fava inteira, com casca e tudo, no braseiro e, quando a casca começa a queimar e o líquido dentro dela começa a borbulhar, pingamos um pouco de molho de soja (só de escrever isso, fiquei com água na boca). Mas, é claro, existem outras inúmeras formas de apreciá-la. Desta vez, a Mami fez uma combinação com alga nori. Uma vez que estou falando com fervor a respeito da grandeza da alga nori (leiam, por favor, o artigo “tsukudani de alga nori”), ela disse que gostaria de usar a alga nori. A propósito, foi uma verdadeira batalha de tentativas, com vários erros, até chegarmos à versão final desta receita, e fui obrigado a provar... digo, tive o privilégio de provar várias vezes. Havia vários tipos: aquele que a alga nori ficou mais úmida, outro que ficou mais perfumada com óleo de gergelim, entre outras. No entanto, entre todas elas, quero recomendar a que lhes apresento nesta ocasião. Como todos devem saber, a alga nori tem um teor de umami avassalador. Portanto, se houver bastante alga nori, o sabor peculiar da fava é apagado. Oh, querido temperamento amável da fava! Além disso, para dar vida (no bom sentido) à textura levemente farinhenta da fava, tudo vai por água abaixo se a alga nori estiver muito úmida. Foi a esta receita, que extrai na sua plenitude a textura e o sabor da fava, que chegamos. Depois de escrever até aqui, certamente o que escrevi no início já sumiu completamente da memória de todos. Foi para que isso acontecesse que escrevi até aqui! Ufa, até que enfim. Uma vez que terminei de escrever este texto, finalmente posso ficar tranquilo e aproveitar o “chulézinho” da fava. Ah! ――――――― A revelação impactante do início, a habilidosa condução da nossa atenção e, então, bem no final, o retorno inesperado ao ponto de partida. Desta vez, eu, o repórter, também não consegui evitar uma gargalhada involuntária e, ao mesmo tempo, sentir através destas Sagradas Palavras do Masaaki-Sama que o sabor único e insubstituível da fava se instalou profundamente em meu coração, como uma adorável graça de Deus. A Mami-Okusama, inspirada pela grandiosidade da alga nori que o Masaaki-Sama fala fervorosamente, criou este prato depois de inúmeras tentativas e erros para extrair ao máximo o encanto da fava. A própria Mami-Okusama me disse: “É tão simples, mas tem um sabor surpreendente. Faz sentir vontade de repetir a porção de arroz!” Vamos seguir o exemplo desta receita original da Mami-Okusama e saborear, juntos, as bênçãos da Grande Natureza criada por Deus? A fava que o Masaaki-Sama exaltou como sendo a yokozuna das leguminosas. Visualizando em nossos pensamentos a alegria da colheita que chegará no início do verão do próximo ano, experimentemos plantar com nossas próprias mãos! (Nota: o período de plantio da fava varia conforme a região e o clima, mas geralmente é feita entre os meses de outubro e novembro, no Japão.) Um sabor único e inconfundível! Sua participação curtindo, salvando e compartilhando será muito bem-vinda ✨ 《Receita original da Mami-Okusama 👇》 【Ingredientes】・300g de fava (com casca);・1 folha inteira de alga nori tostada;・2 colheres de chá de gergelim cru e lavado;・De meia a uma colher de chá de molho de soja (ajustar a gosto);・Sal a gosto. 【Preparo prévio】* Fava① Retire as favas da casca e faça um corte raso no lado oposto à linha preta.② Em 1 litro de água fervendo, adicione 1 colher de sopa de sal (aprox. 2%) e cozinhe as favas de 2 minutos e meio a 3 minutos.③ Escorra a água e, enquanto as favas ainda estão quentes, retire a película fina que envolve cada uma delas. * Gergelim cru e lavadoTorre e moa parcialmente no pilão. * Alga nori tostadaPasse o lado áspero da alga nori rapidamente sobre chama baixa e despedace finamente. 【Modo de preparo】Em uma tigela, misture a fava, o gergelim moído, o molho de soja e a alga nori tostada, envolvendo com delicadeza. 【Dicas】・Misture com leveza para que as favas não se desmanchem.・Ao usar o molho de soja com moderação, o sabor original da fava se destaca ainda mais. A ideia não é temperar, mas adicionar apenas um toque de aroma.・Picada finamente e misturada ao arroz, fica mais fácil de comer para as crianças. Também recomendo usar para fazer oniguiris! Perfil da Mami-Okusama (Mami Okada):Natural da província de Aitchi. Cresceu como filha de agricultores. Seu codinome é “bela vegana orgulho do Japão”. Mãe de três filhos. Esposa do senhor Masaaki Okada, representante do Kyoshu da Igreja Mundial do Messias, e Assessora do Representante do Kyoshu. Pesquisadora da dieta vegana. Pesquisadora da dieta vegana japonesa. Tem se empenhado mais do que ninguém na prática e propagação da Dieta Vegana Cristã, que consiste na revolucionária mensagem do Masaaki-Sama: “Cristo Jesus é o nosso último sacrifício e, portanto, a alimentação que é acompanhada do sofrimento de animais não é mais necessária”. Como parte disso e motivada pelo desejo de querer que as crianças conheçam o verdadeiro sabor dos alimentos, tem realizado trabalhos beneficentes como oficinas práticas de preparação de oniguiris em orfanatos e instituições que acolhem crianças em todo o Japão. Além disso, foi a primeira no mundo a estabelecer o gênero “Veg Marmita Decorada” e “Veg Marmita com Personagens” que só usa produtos de origem vegetal. Além da sua beleza, fundamenta-se na verdade alimentar dos alimentos sazonais, enraizada no clima do Japão e na sua cultura, e no princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis, orientados pelo Masaaki-Sama, para criar marmitas veganas. Ademais, tem se dedicado à difusão da alimentação vegana cristã, a verdadeira alimentação saudável através da criação de inúmeras receitas originais. É graduada na Universidade de Tsukuba. Ainda quando universitária, dedicou-se com afinco a trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, entre outros. Foi convidada várias vezes para participar do concurso Miss Tsukuba e também foi procurada por várias agências de modelos, mas recusou todos esses convites, porque queria se concentrar nos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados. Em 2012, em reconhecimento à sua dedicação aos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, recebeu o Prêmio Presidente da Universidade Tsukuba. Possui um diploma que lhe permite lecionar inglês para alunos do ensino fundamental e médio. Depois de se formar na universidade, em 2013, tornou-se funcionária da Igreja Mundial do Messias. Casou-se em 2014.[1] Yokozuna é o título máximo dentro do ranking de lutadores de sumô.