[Sagradas Palavras do Masaaki-Sama] Quando se fala em Meishu-Sama, pensa-se na saúde. Quando se fala em Meishu-Sama, pensa-se na luta contra a medicina. Quando se fala em Meishu-Sama, pensa-se no veneno dos remédios. Quando se fala em Meishu-Sama, pensa-se na Agricultura Natural. Quando se fala em Meishu-Sama, pensa-se num mundo isento de doenças. O Santuário Messias tem como concepção o “eternamente novo”, mas, ao mesmo tempo, quero que o próprio Solo Sagrado seja algo onde, de fato, se sente a convicção desse Meishu-Sama de eliminar as doenças do mundo.Ainda não saímos da etapa de desenvolver ideias, mas imagino que, com a chegada da primavera, seja possível colher ervas do campo no Solo Sagrado e, caso haja um local para cozinhar a céu aberto, onde seja possível cozinhar o arroz em uma panela de barro e preparar uma sopa de missô com essas ervas, tudo em comunhão uns com os outros, recebendo as bênçãos da Natureza, as bênçãos do Solo Sagrado, as bênçãos dos Céus. Por exemplo. Antes, imaginei algo semelhante a uma cafeteria, mas não quero que seja algo tão sofisticado. Em vez disso, quero que seja uma atividade que de fato ganhe raízes no cotidiano, algo que leve a verdadeira saúde e alegria. Em vez de promover uma cultura alimentar cuja alimentação é feita fora de casa, assim como em uma cafeteria, quero que seja uma atividade que busque proporcionar a cada participante a oportunidade de colocar seus pés na terra e, em sua própria cozinha, despertar para o fato de que se voltar seriamente para cada alimento que foi criado por Deus é a verdadeira maneira de viver. Em vez da “cultura da compra”, o que quero cultivar é a “cultura do fazer”. O fato é que os japoneses definitivamente não se tornarão saudáveis enquanto fizerem pouco caso da alimentação japonesa. Enquanto se tem saúde, tudo bem, mas se nos acomodarmos, fizermos pouco caso da alimentação japonesa e perdermos a saúde, por mais que digamos que o trabalho é importante, que a família é importante, que os amigos são importantes, que o relacionamento é importante ou que os compromissos sociais são importantes, isso não terá nenhum sentido. A única coisa que haverá no decorrer da vida é um caminho com sofrimentos em tudo. A única coisa que espera por nós é uma ida constante ao hospital e uma velhice que se vê refém dos remédios. A única coisa que espera por nós é consolarmos a nós mesmos dizendo: “A vida é assim mesmo”. Será que ninguém percebe o fato de que considerar a ida aos hospitais e o consumo de remédios como sendo algo natural ou inevitável é, por si só, uma espécie de lavagem cerebral? Quero que todos despertem, custe o que custar, para o fato de que é na cozinha que se encontra a saúde, o vigor e a alegria que preenchem nosso dia a dia. Mesmo dizendo alimentação japonesa, é claro que se trata da alimentação vegana japonesa. Como pai de três filhos, frequentemente tenho a oportunidade de me encontrar com seus coleguinhas de escola. A influência da dieta carnívora e, em particular, dos laticínios sobre as crianças, ou seja, a intolerância à lactose que não se limita aos japoneses, mas tem uma grande incidência no mundo inteiro, é algo que não consigo ignorar. Ao olhar para essas crianças, na verdade não há como negar que o consumo de laticínios, feito a partir do leite que deveria ser usado na criação de bezerros, ocasiona danos em seus hormônios, grandes danos que se tornam visíveis na cor da pele dos seus rostinhos, na sua aparência, humor e saúde. Queira ou não, acabo comparando-as com meus filhos, que são completamente livres de laticínios. A diferença é gritante. Qual é a necessidade de voltar a consumir laticínios depois de ter sido amamentado com leite materno, entre outros, e ter desmamado? Quero que todas as crianças do mundo sejam, no verdadeiro sentido da palavra, cheias de energia e alegria. Em primeiro lugar, os bezerros que, de fato, deveriam beber esse leite são privados dele. Os seres humanos roubam isso deles (aliás, abatem esses bezerros para consumi-los) e, depois, transformam esse leite em leite para consumo, queijo, sorvete, iogurte e manteiga. E é completamente fora do normal não reconhecer que isso é um ato aberrante. Num futuro próximo, nossos descendentes vão nos perguntar: “Por que vocês faziam isso?”, e isso é mais claro do que a luz do dia, não é? As crianças de hoje em dia consomem remédios como se isso também fosse natural, mas as crianças que vamos criar são aquelas que, em vez de remédios, terão força vital transbordante, com um poder de autocura surpreendente, capazes de viver com sua própria força, não vamos? As crianças têm essa força. Elas têm forças para se recuperar sozinhas. Não devemos fazer com que elas se acostumem com o uso de remédios. Para as crianças, vamos dar arroz, sopa de missô e muitas algas marinhas. É isso. Que elas cresçam fortes com essa alimentação vegana. De qualquer maneira, enquanto nos confortarmos dizendo que “uma coisa como essa não tem jeito”, nada mudará. Enquanto não fizermos com determinação, nada mudará. Enquanto não decidirmos, não mergulharmos de cabeça nisso e não praticarmos, definitivamente não alcançaremos uma saúde e vigor que chegam a surpreender. Se decidirmos e nos comprometermos, o caminho se abre. A alimentação da humanidade é a dieta vegana. A Bíblia não nos mostra que a alimentação permitida no Jardim do Éden era vegana?O assunto tomou outros rumos, mas, resumindo, quero que seja “um Solo Sagrado onde se respira a dieta vegana cristã”, e essa é a visão que estou desenvolvendo. Um Santuário Messias eternamente novo e um Solo Sagrado onde se respira a dieta vegana cristã. Quero fazer com que seja um local onde a vida eterna e a vida neste mundo se fundem, onde o alimento espiritual, que é a sagrada palavra de Deus, e o alimento da vida se tornam um só: é um local como esse, onde Paraíso e planeta Terra se unem como um único corpo. Paraíso e planeta terra. Planeta terra e Paraíso. Peço desculpas por ainda não haver muito o que pode ser anunciado, mas, contando com o apoio de todos os senhores, quero dedicar todas as minhas forças para que Meishu-Sama realmente se alegre. ーーーー Uma mensagem contundente à sociedade capitalista que parece proclamar que tudo se resume no consumo. Uma grande advertência ao ser humano contemporâneo que, em busca da saúde, se vê refém dos remédios sem sequer perceber que está sofrendo uma lavagem cerebral. Em cada palavra das Sagradas Palavras do Masaaki-Sama, sentimos com clareza o alerta de Meishu-Sama à sociedade moderna. “Enquanto não fizermos com determinação, nada mudará.” É como se estivéssemos escutando a voz do coração do Masaaki-Sama, dizendo que deseja transformar e salvar o mundo, custe o que custar.O Masaaki-Sama tem se empenhado dia e noite para manifestar no planeta Terra “um Solo Sagrado onde se respira a dieta vegana cristã”, onde Paraíso e planeta Terra se integram. Com respeito e temor, recebamos as Sagradas Palavras onde o Masaaki-Sama diz que está “contando com o apoio” de todos nós, e dediquemos toda a nossa sinceridade à realização dessa sagrada visão.