Sagradas Palavras do Masaaki-Sama: Ao levar casualmente à boca e dar a primeira mordida, de dentro transborda algo que faz pensar: ‘Será que é caldo de carne?’ A sensação é tanta que quase me fez cuspir por engano. ‘Ma... mas o que tem dentro?’. Ao perguntar imediatamente isso à Mami, e ao descobrir que é apenas cebolinha e temperos, continuei mastigando com os olhos arregalados de surpresa. O caldo da cebolinha que jorra deliciosamente de dentro; o aroma de alho e os temperos que se fundem perfeitamente, tudo sustentado vigorosamente pela profundidade da pasta de missô. A massa que envolve é completamente oposta às massas finas que estão em moda atualmente. Ouso dizer (permitam-me usar uma expressão como essa) que é como uma espécie de desafio lançado a nós, pessoas da atualidade que possuem dentes e mandíbulas enfraquecidos. É uma textura consistente extraordinária. Pessoas desprovidas de determinação simplesmente são derrotados aqui. As Sagradas Palavras de Meishu-Sama de que ‘os cereais são a base da alimentação’ ecoam intensamente em minha mente. “É isso mesmo! Viver! É viver!”: enquanto se dá uma mordida, outra mordida e mais uma mordida com esse pensamento no coração, surge essa doçura da textura firme e consistente da farinha de trigo comum, que os japoneses consomem desde os tempos antigos! Ah, a doçura dos cereais que busco incessantemente todos os dias! A felicidade quando essa doçura e os ingredientes intensamente temperados começam a se misturar na boca já não pode ser expressa em palavras. Fechando os olhos, concentrando todos os nervos no paladar da língua, mastigando, mastigando e mastigando: isso é exatamente o que se chama de estado de êxtase. O que surge aqui com intensidade na mente é aquela vontade irresistível de devorar o arroz, despertando-me desse sonho. É isso mesmo: arroz! Isso combina com o arroz! Afobadamente, devoro o arroz fazendo uma colaboração milagrosa na boca com o gyoza manju. Que combinação. A farinha de trigo comum com o arroz semi-integral cozido na panela de barro: o casamento de carboidrato com carboidrato – ou melhor, será que isso não seria um encontro que desperta até um sentimento de culpa? Se na juventude me dissessem que este era o prazer secreto da dieta vegana japonesa, eu teria ignorado completamente, mas agora entendo, e entendo, sim! Após essa jornada emocional tempestuosa como uma montanha-russa, quando me dou conta, o que resta na boca é um excesso de saliva. O que permanece na mente é a sensação de felicidade. Este é um prato que trilha o caminho real da culinária vegana, digno do nome ‘Gyoza Manju’. Não se deixem enganar pela aparência delicada da Mami: a gyoza que ela fez não é algo frágil. Senhoras e senhores, eu lhes garanto que obterão uma força que brota do âmago de seus corpos. Sólido e elegante, clássico e ao mesmo tempo moderno: uma descrição de sabores com realismo incomparável e um humor sutil que transparece. Essa é uma iguaria tão excepcional que o Masaaki-Sama não conseguiu deixar de escrever tanto sobre ela. A Mami-Okusama mais uma vez compartilhou conosco essa preciosa receita. As cebolinhas frescas, plantadas pela família do Masaaki-Sama na primavera e que, finalmente, chegaram ao momento da colheita em dezembro – como mostramos no vídeo reel recente, onde o filho mais velho, Mikoto-Sama, também colheu com um sorriso – foram utilizadas nesta receita. Essas cebolinhas foram sublimadas em “Gyoza Manju Vegano” através da magia suprema da Mami-Okusama.Segundo a Mami-Okusama, a filha mais velha, Mei-Sama, a segunda filha, Miyu-Sama, e o Mikoto-Sama também elogiaram muito, e ela nos disse que “fica delicioso mesmo sem nenhum molho, e que quanto mais se mastiga, mais a doçura dos ingredientes transborda suavemente”. Vamos também preparar este prato que recebemos a total aprovação do Masaaki-Sama, sobre o qual ele nos disse que “obterão uma força que brota do âmago de seus corpos” ✨ 【Ingredientes】🥟(Para 20 unidades, fazendo a massa do zero)*Massa200g de farinha de trigo comum;Uma pitada de sal;Cerca de 110ml de água. *RecheioCerca de 150g de cebolinha (parte branca);Entre 1/2 a 2/3 de dentes de alho (picado);1/3 de uma colher de chá de gengibre (picado);2 colheres de chá de pasta de missô;Entre 2/3 a 1 colher de chá de molho de soja;2 colheres de chá generosas de óleo de gergelim;Sal a gosto. 【Como fazer a massa】🥣①Misture a farinha de trigo comum e o sal;②Adicione a água aos poucos e forme uma massa;③Quando a superfície ficar lisa e uniforme, sove por cerca de 10 minutos;④Cubra com um pano úmido e deixe descansar de 30 minutos a 1 hora;⑤Modele a massa em formato cilíndrico e a divida em 20 partes iguais;⑥Forme bolinhas e depois abra em círculos de 8 a 9cm de diâmetro. 【Como fazer o recheio】🔥① Use a parte branca da cebolinha, faça cerca de 4 cortes superficiais na vertical e corte em fatias de 5 a 7mm na horizontal. Pique finamente o alho e o gengibre.② Aqueça a frigideira (de preferência de ferro), deixe esfriar um pouco, coloque o óleo de gergelim e ponha em fogo baixo. Adicione o alho, gengibre e um pouco de sal, refogue levemente sem dourar para liberar o aroma.③ Adicione a cebolinha cortada e refogue bem em fogo baixo. Quando começar a exalar aroma doce, adicione o molho de soja, refogue levemente e desligue o fogo.④ Adicione o missô e por último uma pitada de sal, misturando bem.⑤ Deixe esfriar um pouco antes de usar. 【Como embrulhar】🥟Tenha cuidado para não colocar recheio demais e embrulhe no formato de um gyoza. A forma fica a seu gosto. 【Como preparar】🔥※Dividindo em duas etapas para assar①Aqueça a frigideira de ferro, coloque 1 colher de chá de óleo de gergelim, disponha os gyoza e doure em fogo médio.②Adicione um pouco de água, tampe e cozinhe ao vapor.③Quando a água evaporar completamente, regue um pouco de óleo de gergelim para finalizar.⑤ A segunda etapa segue o mesmo procedimento. Quanto mais se mastiga, mais transborda a força de viver! Sua participação curtindo, salvando e compartilhando este post é muito bem-vinda ✨Perfil da Mami-Okusama (Mami Okada):Natural da província de Aitchi. Cresceu como filha de agricultores. Seu codinome é “bela vegana orgulho do Japão”. Esposa do senhor Masaaki Okada, representante do Kyoshu da Igreja Mundial do Messias. Pesquisadora da dieta vegana. Pesquisadora da dieta vegana japonesa. Foi a primeira no mundo a estabelecer o gênero “Veg Marmita Decorada” e “Veg Marmita com Personagens”. Além da sua beleza, fundamenta-se na verdade alimentar sazonal enraizada no clima do Japão e na sua cultura, bem como no princípio de que o corpo e a terra são inseparáveis, orientados pelo Masaaki-Sama, cria marmitas decoradas e marmitas de personagens utilizando exclusivamente ingredientes de origem vegetal. Além disso, por meio da criação de inúmeras receitas originais, dedica-se à difusão do Veganismo Cristão, a verdadeira alimentação saudável. É graduada na Universidade de Tsukuba. Ainda quando universitária, dedicou-se com afinco à trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, entre outros. Durante o período universitário, foi convidada várias vezes para participar do concurso Miss Tsukuba. Também foi procurada por várias agências de modelos, mas recusou todos esses convites, porque queria se concentrar nos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados. Em 2012, em reconhecimento à sua dedicação aos trabalhos voluntários de apoio aos refugiados, recebeu o Prêmio Presidente da Universidade Tsukuba. Possui um diploma que lhe permite lecionar inglês para alunos do ensino fundamental e médio. Depois de se formar na universidade, em 2013, tornou-se funcionária da Igreja Mundial do Messias. Em 2014, casou-se com Masaaki Okada, bisneto de Mokiti Okada (1882-1955), fundador da Igreja Mundial do Messias – seu marido é o representante e sucessor do Kyoshu. Atualmente, enquanto cria três filhos, tem se empenhado mais do que ninguém na prática e propagação do Veganismo Cristão, que consiste na revolucionária mensagem do Masaaki-Sama: “Jesus Cristo foi o nosso último sacrifício e, portanto, a alimentação que é acompanhada do sofrimento de animais não é mais necessária”.