Versão em PDF: https://ourl.jp/y0Mqq Bom dia a todos! [Bom dia!] Os senhores estão bem? [Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama!] Quando Kyoshu-Sama transmitia as suas Sagradas Palavras nos antigos Solos Sagrados, ele sempre começava a sua fala com a frase: “Sejam bem-vindos ao Solo Sagrado”. Naquela época, eu achei essa frase muito bonita, porque mostrava como Kyoshu-Sama estava acolhendo os membros na sua casa, no seu Solo Sagrado. Mas, depois, com essa purificação da Igreja, Kyoshu-Sama, por muito tempo, não conseguiu utilizar essa frase, mas, hoje, depois de tantos anos, eu posso utilizar essa frase que Kyoshu-Sama estava sempre utilizando. E, também, para mim essa frase significa que o Solo Sagrado pertence a Meishu-Sama, ou seja, a Kyoshu-Sama. O Solo Sagrado é a casa de Kyoshu-Sama. Então, hoje, com muita alegria, membros da África e membros de todo o mundo, em nome de Kyoshu-Sama, eu queria dizer: “Sejam bem-vindos ao Solo Sagrado da Terra” [aplausos]. E, eu preciso falar sobre minha roupa. Vocês gostaram da minha roupa? [Os membros responderam com alegria e bateram palmas.] Vocês conseguiram ver a roupa da Mami? Sim? Não? Não? [Muitos membros responderam dizendo: “Não!”] Então, é melhor chamar ela aqui no palco? [Sim!] [Dirigindo-se à Mami-Okusama, o Masaaki-Sama disse:] Então, por favor. [Demonstrando preocupação e carinho pela Mami-Okusama, o Masaaki-Sama disse:] Devagar, devagar, devagar. É o mesmo tecido. Ela fez o lenço de pescoço e uma saia, e eu fiz uma camisa. Eu acho que é melhor explicar: alguns anos atrás, eu recebi esse tecido dos membros africanos, e por muito tempo nós não fizemos nada. Mas quando nós estávamos nos preparando para esta viagem, minha esposa e eu conversamos, e nós ficamos com vontade de preparar roupas com esse tecido para mostrar nossa gratidão a vocês, aos membros africanos. Só que, no Japão, foi muito difícil encontrar um lugar que costurasse esse tecido. Mas depois de tanta procura, graças a Deus, meu secretário achou um lugar que faz isso e, então depois de nós termos achado um lugar, nós, juntos, pesquisamos bastante na internet, estudamos a moda africana e, depois de tanto estudo, nós escolhemos este design. Vocês gostaram do design? [Depois de responder dizendo “Sim!”, os membros aplaudiram as roupas do Masaaki-Sama e da Mami-Okusama.] E, também nós achamos que esse tecido combinaria muito bem com a cor branca, então ela preparou essa jaqueta branca, e eu, esta calça branca e também os sapatos brancos. Procurei por isso. Deu certo, não acham? [Sim!] Então, conseguiram ver? Já? [Depois de fazer essa pergunta, o Masaaki-Sama e a Mami-Okusama foram até uma das extremidades do altar para que todos pudessem vê-los.] Eu quero que ela fale um pouco para vocês, pode ser? [Pode!] Mami-Okusama Bom dia a todos! [Bom dia!] Estou muito feliz por poder me encontrar com os senhores [aplausos]. Eu amo a África [aplausos]. Posso falar em japonês agora, por favor? Masaaki-Sama Não, não [risos]. O consenso geral é “não” [risos]. [Sorrindo, a Mami-Okusama disse “Por favor”, e o Masaaki-Sama respondeu a esse pedido dizendo:] Nós permitimos, tá. Nós permitimos. Mami-Okusama [O texto a seguir é a tradução para o português da fala da Mami-Okusama:] No ano passado, quando o Masaaki-Sama retornou de Angola, imediatamente ele me disse o seguinte: “Eu quero que você se encontre com os membros da África sem falta.” O Masaaki-Sama ficou realmente muito feliz de poder ter se encontrado com os membros africanos no ano passado. E ele demonstrou o forte desejo de que eu também viesse para a África. E eu sinto que o Masaaki-Sama ama de todo o coração a África, os membros da África. E eu consegui vir à África que o Masaaki-Sama ama. Eu consegui me encontrar com os membros africanos que o Masaaki-Sama ama. Eu estou muito, muito emocionada. E durante essa minha estadia, eu estou podendo ter contato com a preciosa fé de todos os senhores e estou tendo muitos aprendizados. Estou aprendendo agora mesmo, nesse exato instante. E eu ficarei muito feliz se puder caminhar com todos os senhores de agora em diante, sob a liderança do Masaaki-Sama. Eu estou realmente muito, muito feliz por ter me encontrado com todos os senhores. Muito obrigada. Masaaki-Sama Quero falar um pouco sobre a minha esposa. Eu realmente não sou nada sem ela. Ela é o amor da minha vida [Após o Masaaki-Sama dizer isso, houve uma explosão de alegria partindo dos membros.]. E, quando eu a conheci, me apaixonei pelo sorriso brilhante dela, mas também pela pureza que ela tem. Realmente foi a maior graça que eu recebi de Deus e Meishu-Sama, poder me casar com ela [aplausos]. Então, Mami, muito obrigado por ter se casado comigo [aplausos]. E, continuando com esse assunto da minha roupa, no começo, nós sentimos que ao preparar estas roupas, nós íamos mostrar a nossa gratidão a vocês – era para agradar os membros africanos, vocês. Mas quando a roupa ficou pronta e eu vesti, eu senti uma sensação que é muito difícil explicar, ou seja, eu mesmo senti tanta alegria quando eu vesti essa roupa. E então, no começo, nós estávamos pensando: “Nós estamos fazendo para agradar os membros africanos”, mas, no fim, na verdade, vestindo essa roupa, nós mesmos sentimos essa alegria e fiquei pensando – pensei, pensei, pensei: por que eu estou sentindo tanta alegria com essa roupa feita do tecido tradicional africano? Depois de ter pensado, eu achei que talvez Meishu-Sama estava me dizendo uma coisa que é: “Ó Masaaki, seja um africano. Torne-se um africano”. Eu achei que Meishu-Sama está querendo que eu realmente me torne um africano. Eu tive essa sensação, mas depois comecei a pensar de novo: mas o que significa ser africano? Meishu-Sama está querendo isso, mas o que significa ser africano? Eu estava conversando com Meishu-Sama, e eu achei que é necessário ser um africano não só na aparência, mas no coração, em espírito. Eu acho que eu tenho muito a aprender com vocês, e três coisas vieram à minha mente. Para mim, esses três pontos que eu falarei são importantes para ser um africano. E o primeiro ponto é: ser africano significa ter a pureza da fé que vocês têm. Por quê? Nós hoje temos os caravanistas do Japão, do Brasil, da Europa. É claro que nossa fé ficou mais morna, por causa de todas as coisas, dos bens materiais que nossos países, como Japão, Brasil, Europa, estão recebendo. É muito difícil ter essa pureza da fé. Porque é muito fácil perder essa pureza da fé, quando você tem coisas. Como você pode acreditar em Deus quando você tem coisas? É muito difícil, na verdade. Eu não posso esconder, mas a fé dos japoneses é muito mais fraca do que a fé de vocês. Mas não me entendam mal. Claro, eu quero que Angola cresça economicamente também, mas quando nós temos coisas, bens materiais, eu digo que é realmente difícil manter essa pureza da fé. Então, eu peço a vocês, membros africanos, que nunca percam a pureza da fé que vocês têm, porque o mundo admira vocês por causa da fé que vocês têm. O segundo ponto para ser africano é o espírito de se alegrar, mesmo na dificuldade. Meishu-Sama nos ensinou que “se alegrar, a alegria virá”. Não é quando você recebe algo bom, quando algo bom acontece, então você se alegra. Não é isso. Mesmo na dificuldade, mesmo sem receber nenhuma bênção. Meishu-Sama está nos ensinando: se você se alegrar, coisas para se alegrar vão acontecer. Eu acho que o mundo pensa que os africanos, os membros africanos e os membros angolanos, têm essa fé que Meishu-Sama deseja que nós tenhamos. E o terceiro ponto é aceitar Kyoshu-Sama como Meishu-Sama – aceitar Kyoshu-Sama como Meishu-Sama. E o mundo também pensa, admira vocês, porque o mundo acredita que vocês têm essa fé. Antigamente, na nossa antiga Igreja, nós dizíamos coisas como: “Ah, Meishu-Sama foi assim. Meishu-Sama fez isso. Meishu-Sama escreveu caligrafia dessa maneira. Ah, Meishu-Sama morava aqui”, por exemplo. Mas nós não servimos a uma figura histórica, mas sim, a uma figura viva e presente. Ou seja, nós servimos a Kyoshu-Sama. Nós servimos a Kyoshu-Sama, acreditando que Kyoshu-Sama é Meishu-Sama, não é? E a mesma coisa aconteceu com o Solo Sagrado. Na antiga Igreja, a Igreja disse para Kyoshu-Sama: “Seja bem-vindo ao Solo Sagrado”. Eu acho que o espírito da antiga Igreja foi assim. “Ah, nós cuidamos desse lugar tão bonito. Kyoshu-Sama, seja bem-vindo”. Mas se o Solo Sagrado é a casa de Kyoshu-Sama, quem tem o direito de dizer “seja bem-vindo” não é Kyoshu-Sama? E isso, eu acho, se deve ao fato da nossa crença de que Kyoshu-Sama é Meishu-Sama vivo aqui na Terra. Acho que esses três pontos, tudo se resume, no final das contas, ao terceiro ponto. Esse ponto é muito importante, não é? Aceitar Kyoshu-Sama como Meishu-Sama. E eu aprendi bastante, eu estou aprendendo bastante sobre esse espírito que vocês têm em aceitar Kyoshu-Sama como Meishu-Sama. Vocês têm, ou ainda estão tendo, esta purificação aqui na África, não é? Vocês estão passando por essa purificação, essa divisão, não é? Quando eu recebi essa informação no Japão, foi muito difícil entender a situação por causa da distância que nós temos. Nem todas as informações chegam até o Japão. E eu fiquei confuso. Estava confuso: “O que está acontecendo? Na África, que eu tanto amo, isso está acontecendo?” Mas quando Kyoshu-Sama deu a sua autorização ao presidente Cabuço, minha dúvida acabou, desapareceu. Algumas pessoas disseram que “Ah, Kyoshu-Sama não tem todo o conhecimento sobre o que está acontecendo na África. Ah, talvez as pessoas em torno de Kyoshu-Sama estão dando informações falsas para ele”. É muito fácil ter esse tipo de pensamento. Mas se realmente Kyoshu-Sama é Meishu-Sama vivo, isso significa que Kyoshu-Sama está conectado a Meishu-Sama, não é? E Meishu-Sama está conectado a Deus, e Deus conhece tudo. Deus conhece tudo! Se Kyoshu-Sama está com Meishu-Sama e está com Deus, e esse Kyoshu-Sama deu a sua autorização ao presidente Cabuço, quem sou eu para julgar o ato da autorização de Kyoshu-Sama? Eu pensei assim. Por causa disso, minha dúvida desapareceu. O ato da aprovação de Kyoshu-Sama é algo sagrado, porque isso significa que Meishu-Sama e Deus deram a aprovação deles. Então, se eu não aceitar o presidente Cabuço, isso significa que eu não estou aceitando Kyoshu-Sama, eu não estou aceitando Meishu-Sama, eu não estou aceitando Deus. Isso é o meu pensamento. Então, eu quero fazer uma pergunta para vocês. Vocês aceitam o presidente Cabuço como alguém que recebeu a autorização de Kyoshu-Sama? [Depois de os membros responderem “Sim!”, em voz alta, o Masaaki-Sama aplaudiu os membros.] Quando eu estou aqui em Angola, eu represento Kyoshu-Sama, mas quando eu retornar ao Japão, vocês vão aceitar o presidente Cabuço como alguém que representa Kyoshu-Sama? [Sim!] Sim? Parabéns! [Depois de parabenizar os membros, o Masaaki-Sama novamente aplaudiu todos.] Mudando de assunto, desta vez, vocês receberam 40 japoneses, não é? No ano passado, vocês receberam mais ou menos cem pessoas. Mas eu quero dizer: isso não significa que menos japoneses querem vir a Angola. Nós precisamos ter esse limite para não sobrecarregar a recepção de vocês, angolanos. Nós precisamos ter esse limite desta vez e, também, porque essa caravana vai continuar daqui para frente também. Então, acho que é melhor ter o número adequado, não é? Adequado para que vocês possam recepcionar todos os membros do mundo. E, na verdade, os japoneses realmente querem se encontrar com vocês. Como vocês sabem muito bem, nós estamos tentando construir o Santuário Messias no Solo Sagrado do Fogo no Japão e muitos membros precisam fazer essas ofertas para a construção. Mas, mesmo assim, mesmo no meio dessa construção, muitos membros querem vir a Angola, mesmo fazendo dívida. Mesmo fazendo dívida, membros japoneses querem visitar vocês. Vejam o tamanho da admiração que o mundo tem por vocês! Vejam o tamanho da admiração que o mundo tem por vocês, membros africanos! É algo novo, não é? Vocês têm uma responsabilidade muito grande. E, no final das contas, eu não estou dizendo isso porque vocês são africanos. Não importa se você é angolano, africano, japonês, brasileiro, português... não importa! O que importa é a fé em aceitar Kyoshu-Sama como Meishu-Sama. Isso é o que importa. E eu acho que no mundo, agora, vocês têm essa fé: seguir 100% Kyoshu-Sama como Meishu-Sama. E o mundo admira vocês por isso. Como eu tenho essa admiração por vocês, e também como eu confio em vocês, este ano eu vim para fazer um pedido para vocês. No ano que vem, eu quero que vocês realizem a Conferência Mundial de Jovens aqui em Angola [aplausos]. Eu quero que jovens, o futuro da nossa Igreja, venham aqui se encontrar com vocês e estudar, aprender com vocês, com sua fé, porque nossa Igreja precisa avançar para o futuro. E eu quero que os jovens membros de todo mundo tenham essa oportunidade de se encontrar com os senhores, para aprofundar esta fé que vocês têm. Então, no ano que vem – eu estou anunciando isso subitamente, talvez o presidente esteja ficando um pouco surpreso – mas eu quero que vocês realizem a Conferência Mundial de Jovens. Eu poderia contar com os senhores para recepcionar todos os jovens membros do mundo inteiro? [Sim!] Parabéns, África. Parabéns! [aplausos] Eu poderia visitar também no ano que vem? Eu e Mami podemos também? [Sim!] Então, com a sua permissão, eu quero participar dessa conferência no ano que vem. Até o ano que vem. Muito obrigado.