Versão em PDF: https://ourl.jp/zVQnB Boa tarde! Se o culto acabar se estendendo, fiquem à vontade para ir ao banheiro. Além disso, caso aconteçam quaisquer eventualidades, temos staffs na nave e, portanto, espero que todos escutem minhas palavras relaxadamente. Hoje, como está sendo celebrado o Culto de Agradecimento pela Colheita, temos aqui muitas verduras e legumes, bem como grãos de arroz. Em uma época como esta que... como poderia dizer... é muito prática, os agricultores que são membros da Igreja têm feito um esforço muito grande para cultivar produtos sem o uso de pesticidas e fertilizantes. Naturalmente, o Culto de Agradecimento pela Colheita é uma cerimônia litúrgica na qual oferecemos nossa gratidão a Deus. Mas gostaria que, além disso, todos nós transmitíssemos nossa gratidão aos agricultores que se empenham para corresponder ao sentimento que Meishu-Sama tem pela Agricultura Natural. Além do mais, gostaria que todos nós, na medida do possível, desejemos que cresça o número de praticantes da Agricultura Natural – já que Meishu-Sama também falou a respeito da importância do alimento –, para que essa prática seja herdada pelas gerações futuras. Bem, falta um mês para o término deste ano e, automaticamente, passamos a fazer uma reflexão a respeito de todo o ano que se passou. Neste ano, nós celebramos a Cerimônia Especial de Comemoração do Nascimento do Messias, que obviamente foi celebrada graças à vontade de Meishu-Sama, graças à vontade de Kyoshu-Sama. Além disso, essa cerimônia pôde ser celebrada pela união da força dos senhores, mas, ao refletir novamente a respeito disso, sinto que essa situação que denominamos purificação na Igreja é, de fato, o que proporcionou a sua celebração. Se a purificação na Igreja não tivesse acontecido, a Igreja Mundial do Messias não teria ressuscitado e sequer teríamos celebrado a Cerimônia Especial de Comemoração do Nascimento do Messias. Pensando assim, a atuação de Meishu-Sama é realmente misteriosa, não é? É dessa maneira que, caso tenhamos correspondido ao desejo de Meishu-Sama que veio à tona com a purificação na Igreja, devemos demonstrar a nossa gratidão por Meishu-Sama que ocasionou essa purificação. É assim que eu penso. Evidentemente, como a purificação aparentemente não é algo que parece ser bom, acho que os senhores tiveram a sensação de que foi difícil agradecer logo no início, mas foi graças a essa purificação que nós conseguimos celebrar a Cerimônia Especial de Comemoração do Nascimento do Messias. Portanto, acho que essa purificação é algo realmente gratificante. Além disso, como consta na oração que foi entoada hoje por Kyoshu-Sama, finalmente daremos início, de agora em diante, à construção do Solo Sagrado da Igreja Mundial do Messias, construção essa que será realizada pelas nossas mãos. Isso, obviamente, também se tornou realidade dentro do decorrer da purificação na Igreja. É assim que, em meio ao fervor de construirmos o Solo Sagrado da Igreja Mundial do Messias, existem os Solos Sagrados com os quais estávamos familiarizados até hoje – mesmo no dia de hoje, estamos celebrando este culto dentro de um desses Solos Sagrados – e o sentimento que surge em mim é o seguinte: “Qual é o sentimento que temos atualmente em relação aos Solos Sagrados que existiram até hoje?” Isso não tem nada a ver com os processos jurídicos. Não se trata do processo jurídico e de outros fatores, mas sim, a respeito de qual era a aceitação religiosa que nós tínhamos por esses locais. Eis a questão, certo? Por serem locais com os quais muitos estavam familiarizados a frequentar há muitos anos, acho que algumas pessoas têm uma espécie de afeição por eles. Ou seja, existem emoções como “puxa vida... eu havia me empenhado tanto”, ou inúmeras recordações desses locais. Isso existe, não é mesmo? Obviamente, os Solos Sagrados existiram até hoje graças ao esforço que todos os senhores fizeram. Isso, evidentemente, é verdade. Contudo, tendo em vista que, de agora em diante, nós construiremos um novo Solo Sagrado, surge a seguinte questão: vamos avançar essa construção com o sentimento de “vamos nessa!” ou, em vez disso, avançaremos carregando conosco algo pelo qual continuamos apegados? É claro que isso não significa simplesmente dizer algo como: “Somos gratos pela purificação na Igreja e vamos construir um novo Solo Sagrado”, pois talvez seja difícil avançar assim de forma tão rápida, não é mesmo? Ou seja, naturalmente um desapontamento é um desapontamento. Bem, quando digo “desapontamento”, de forma alguma isso significa que seja no sentido de que não podemos mais ir até esses locais. Não. Não é isso. Estou dizendo que é um desapontamento o fato de os Solos Sagrados, onde Meishu-Sama derramou seu coração e sangue, estarem em uma situação na qual são administrados pelas pessoas que cometeram um ato covarde. Isso, naturalmente, causa um certo desapontamento, não é? É assim que eu penso. Mas deixemos isso de lado, pois temos mesmo é que realmente agradecer a Meishu-Sama por toda a situação que se sucedeu até hoje em relação aos Solos Sagrados. O que isso significa? Significa que, na Igreja Messiânica Mundial, está determinado que Kyoshu-Sama é o símbolo de união dos membros. Assim está escrito no estatuto da Igreja Messiânica Mundial – símbolo de união dos membros. Então, pensei a respeito do significado da palavra “união”. Compreendo até certo ponto o seu sentido, mas, ao pesquisar novamente o seu significado em um dicionário, conferi que o seu sentido é a “ação de unir, juntar ou ligar duas ou mais coisas em uma só”. Portanto, ser o símbolo de união dos membros significa que, obviamente, existe mais do que um membro e são mais do que duas pessoas. Ou seja, Kyoshu-Sama é a existência que faz com que os milhares de membros da Igreja Messiânica Mundial se juntem em uma coisa só. Esse “símbolo” significa personificar isso, não é mesmo? O ser humano chamado Yoichi Okada é uma única pessoa, um único ser humano, mas no caso de ele atuar como o “Kyoshu, Yoichi Okada”, todos os membros se unem dentro do senhor Yoichi Okada, Kyoshu-Sama, e se tornam um só, certo? O imperador é, em outras palavras, o símbolo de união da população do Japão. Ou seja, ele une toda a população japonesa dentro dele e, diariamente, oferece suas orações por nós. Com Kyoshu-Sama é o mesmo, não é? O símbolo de união dos membros: naturalmente, trata-se de um símbolo. Ora, não há como Kyoshu-Sama se dividir em milhares de uma hora para outra. Não seria esse o sentido, mas dentro de Kyoshu-Sama estão alojados todos os membros da Igreja Messiânica Mundial. É por isso que foi empregado o termo “símbolo” para expressar isso. É obvio que existem muitas religiões no mundo e existem inúmeras maneiras de pensar a respeito do Kyoshu dessas religiões, ou melhor, a respeito da pessoa que é o centro dessas religiões. Porém, na Igreja Messiânica Mundial, pelo menos, está determinado que Kyoshu-Sama é o símbolo de união dos membros e, por assim ser, todos os membros estão ligados a Kyoshu-Sama. Eu também faço parte desse contexto. Afinal, eu também sou membro – para ser exato, algumas pessoas consideram que eu fui excluído do cadastro de membros[1] [risos] e, aqui sentadas nas primeiras filas, também temos algumas pessoas que são consideradas como excluídas do cadastro de membros[2] [risos], mas deixemos esse assunto de lado. Como eu disse, conforme o estatuto da Igreja Messiânica Mundial, todos nós estamos ligados a Kyoshu-Sama. Por assim ser, fazer algo contra Kyoshu-Sama é o mesmo que fazer algo contra todos os membros, não é? Ou seja, o fato de ter acontecido um ato como aquele, ou seja, o ato de seguir e filmar secretamente que foi cometido contra Kyoshu-Sama, significa que esse ato não é um mero assunto que pode ser compreendido da seguinte maneira: “Que coisa horrível fizeram contra Kyoshu-Sama”. Uma vez que, na Igreja Messiânica Mundial, está determinado que Kyoshu-Sama é o símbolo de união dos membros, esse ato covarde também foi cometido contra todos os membros, incluindo os senhores. Todavia, as pessoas que cometeram aquele ato explicam que isso aconteceu porque Kyoshu-Sama estava violando os ensinamentos. Entretanto, mesmo que isso fosse verdade, a artimanha que aquelas pessoas usaram como “estratégia”, quando sentiram que alguém não agia conforme o pensamento delas, não foi sentar-se com essa pessoa para conversar. A “estratégia” delas se resume em reunir informações que sejam, digamos, desagradáveis para a pessoa que não lhes obedecia, usar isso para ameaçá-la e silenciá-la. O pensamento das pessoas que cometeram esse ato foi esse. O fato de elas terem agido dessa maneira contra Kyoshu-Sama significa que esse mesmo ato foi cometido contra todos os membros. É com esse pensamento que aquelas pessoas se dirigem a todos os membros da Igreja Messiânica Mundial. Como esses terrenos, que estão sendo administrados por esse tipo de pessoas, podem ser um Solo Sagrado? De jeito nenhum. Nós tínhamos essa crença. Nós acreditávamos que os diretores e Kyoshu-Sama se tornariam um só, avançando em comunhão para proteger a divina obra de Meishu-Sama e, também, os Solos Sagrados. Porém, as pessoas que eram chamadas de diretores tinham um sentimento deplorável contra Kyoshu-Sama. Uma vez que Kyoshu-Sama é o símbolo de união dos membros, o sentimento que se manifesta contra Kyoshu-Sama é o sentimento que se manifesta contra todos os membros. Logo, se não ficássemos sabendo de tudo o que estava acontecendo, isso, pelo contrário, teria sido ainda mais terrível. Em relação aos locais que são administrados por essas pessoas, não há como Meishu-Sama dizer: “Este solo é sagrado; um solo sagrado”, não é mesmo? Por assim ser, ficamos sabendo da verdade graças à purificação na Igreja. Acho que isso é realmente gratificante. Antes de mais nada, expulsar Kyoshu-Sama, que é quem unifica os membros, é um suicídio total. Afinal, expulsar Kyoshu-Sama significa expulsar todos os membros! Por quê? É porque Kyoshu-Sama é o único que personifica todos os membros. Agora, com relação à pessoa que atualmente é considerada o Kyoshu da Igreja Messiânica Mundial, creio que certamente não haja a expectativa de que ele venha a cumprir esse papel. Ele não se pronuncia perante os membros, não é? Então, já que o “novo” Kyoshu-Sama não cumpre seu papel como símbolo de união dos membros, se a Igreja Messiânica Mundial expulsar o genuíno Kyoshu-Sama, será que ela não seria uma mera ostra vazia? Por mais que se pense a respeito disso, ela não seria nada mais do que uma ostra vazia. Seria o mesmo que alguém dizer: “Eis aqui a organização que se convenceu ao ponto de falar: ‘Nós acreditamos em Meishu-Sama’”. Seria apenas isso, e nada mais. Entretanto, o fato de nós estarmos caminhando junto a Kyoshu-Sama, que é o símbolo de união dos membros, significa que nós não somos como uma ostra vazia. É obvio que caso não houvesse a determinação de que Kyoshu-Sama é o símbolo de união dos membros, não haveria problema. Porém, na Igreja Messiânica Mundial, existe a determinação de que Kyoshu-Sama é o símbolo de união dos membros e, portanto, se ele for expulso, não existe mais ninguém nessa posição. A Igreja Messiânica Mundial passa a ser uma ostra vazia. Mesmo possuindo terrenos que são chamados de Solos Sagrados, não há sentido nenhum nisso, não é mesmo? [Masaaki-Sama, enquanto olhava para o livreto do culto em suas mãos, diz:] Mesmo dentro do trecho da Bíblia que foi lido hoje, Efésios 5:1–21, está escrito o seguinte:Fiquem certos disto: jamais receberá uma parte no Reino de Cristo e de Deus qualquer pessoa que seja imoral, indecente ou cobiçosa (pois a cobiça é um tipo de idolatria). Não deixem que ninguém engane vocês com conversas tolas, pois é por causa dessas coisas que o castigo de Deus cairá sobre os que não obedecem a ele. Portanto, não tenham nada a ver com esse tipo de gente. Antigamente vocês mesmos viviam na escuridão; mas, agora que pertencem ao Senhor, vocês estão na luz. Por isso vivam como pessoas que pertencem à luz, pois a luz produz uma grande colheita de todo tipo de bondade, honestidade e verdade. Procurem descobrir quais são as coisas que agradam o Senhor. Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem à escuridão. Pelo contrário, tragam todas essas coisas para a luz. Pois é vergonhoso até falar sobre o que essas pessoas fazem em segredo. E, quando qualquer coisa é trazida para a luz, então a sua verdadeira natureza é revelada. Porque o que é claramente revelado se torna luz. Está escrito: “Não deixem que ninguém engane vocês com conversas tolas”, certo? Também está escrito: “Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem à escuridão”. O ato de seguir, grampear conversas e filmar secretamente é um ato cometido na escuridão, feito em sigilo. É por isso que, em vez de ter participação nele, temos que condená-lo e trazê-lo para a luz. Ou seja, temos que expor isso para a luz e mostrar para as pessoas que o cometeram que elas erraram. “Pois é vergonhoso até falar sobre o que essas pessoas fazem em segredo.” O que eles fizeram em segredo foi o ato de seguir, grampear conversas e filmar secretamente alguém, algo que dá desgosto de mencionar ou escutar. É vergonhoso até mesmo falar sobre isso. “Portanto, não tenham nada a ver com esse tipo de gente”: isso é mais do que óbvio, não é? Mas, por fim, está escrito: “E, quando qualquer coisa é trazida para a luz, então a sua verdadeira natureza é revelada. Porque o que é claramente revelado se torna luz”. O que seria isso? Naturalmente, não temos que ser companheiros das pessoas que estão fazendo uma coisa como essa. Mas isso não significa que, uma vez que esse ato que pertence à escuridão foi trazido para a luz, podemos fazer com que nós sejamos o bem e aquelas pessoas sejam o mal, ou que quem pertence ao mal são eles. Se assim o fizermos, a escuridão jamais se tornará luz pelo resto das nossas vidas. Por não ser isso, a questão é a seguinte: “Ah! Então a postura daquelas pessoas era a minha própria postura, não era?” O fundamento está no ato cometido por aquelas pessoas, uma postura que deseja priorizar a própria conveniência; priorizar fatores materiais. Será que isso não existe em nós? Sim, naturalmente, existe. Assim sendo, se conseguirmos pensar o seguinte: “Ah! Isso foi perdoado”, então Deus nos dirá: “É isso mesmo! Foi isso o que Eu perdoei!” E, com isso, passará a ser a Luz. Contudo, se fizermos como aquelas pessoas e alegarmos que é possível justificar esse ato, ou ficarmos julgando-o como sendo algo que não tem relação conosco, ele ficará sempre na escuridão. E, consequentemente, elas não receberão o perdão de Deus, não é? Aquelas pessoas estão estagnadas, achando que é possível justificar esse ato e que elas não cometeram o mal. No entanto, fico pensando como não seria bom se, um dia, elas pensassem: “Ah! Isso foi perdoado! Eu fui utilizado para isso. Puxa vida! Eu acabei cometendo algo terrível”. Afinal, elas foram companheiras que creram no mesmo Meishu-Sama. Além disso, não é que seja o fato de Kyoshu-Sama não possuir nenhum poder concreto, por ser um símbolo, como muitas pessoas dizem frequentemente. Não, não é isso, pois na Igreja Messiânica Mundial é Kyoshu-Sama quem assume o importantíssimo papel de unificar a Igreja Messiânica Mundial com base nos ensinamentos. Ou seja, a Igreja é unificada através de Kyoshu-Sama. É isso, não é mesmo? Se não, o que existe são apenas inúmeras formas de pensar, como: “Bem, as Sagradas Palavras de Meishu-Sama são isto; os Ensinamentos de Meishu-Sama são isso. Então, vamos aceitar este ponto, vamos aceitar aquele ponto também, e vamos fazer inúmeras coisas, pois vale tudo, não vale?” É apenas isso o que acontece. É por essas e outras que, caso não haja a atuação de uma força unificadora, futuramente acontecerá uma separação. Mas, na verdade, é Kyoshu-Sama quem unifica todos nós na Igreja Messiânica Mundial com base nos ensinamentos que Meishu-Sama nos deixou. É isso, senhores. Ademais, é Kyoshu-Sama quem cumpre o papel de determinar os ensinamentos, presidir a liturgia e determinar as linhas gerais da construção dos Solos Sagrados e, além disso, conceder a aprovação de pessoas que assumem cargos elevados na Igreja. E os papéis a serem cumpridos por Kyoshu-Sama foram devidamente determinados quando ocorreu a purificação na Igreja na época de Sandai-Sama, a terceira líder espiritual, momento em que, em meio à tendência de negligenciar Kyoshu-Sama, percebemos que não poderíamos continuar agindo daquela maneira e corrigimos a nossa postura para com Sandai-Sama, ou seja, para com Kyoshu-Sama. Foi naquela época que passamos a aceitar devidamente Meishu-Sama através de Kyoshu-Sama. Acho que muitos membros acreditaram no pronunciamento feito pela direção, que consistia nesse direcionamento, como sendo o resultado daquele processo judicial. Muitos acreditavam que, a partir de então, a Igreja Messiânica Mundial avançaria centralizada no Kyoshu. Naquela época, Sandai-Sama também nos transmitiu inúmeras palavras que intencionavam isso. Mas, por fim, foi só a página ser virada para vermos que não era bem assim, não foi? Houve muito alarde com o processo judicial, gastou-se tanto dinheiro, todos se esforçaram e, apesar do juramento feito pela Igreja Messiânica Mundial de que professaria a fé em Meishu-Sama sob a liderança de Kyoshu-Sama a partir de então, a realidade foi completamente diferente, não foi? Isso significa que os membros que acreditaram no que foi dito por essa direção foram enganados. O pronunciamento da direção afirmava que eles haviam percebido a sua postura em relação a Kyoshu-Sama que tiveram e corrigiriam isso a partir de então, mas a realidade foi completamente diferente. Então, foi bom ficarmos sabendo dessa verdade através da purificação na Igreja, não foi? Seria em vão ficar sem saber de nada e achar que Kyoshu-Sama e a diretoria estavam em uma situação de paz e tranquilidade. Se não soubéssemos que algo estava sendo feito na surdina, se não soubéssemos a verdade, estaríamos sendo feitos de tolos, não estaríamos? É por isso que foi bom Kyoshu-Sama ter se pronunciado de forma clara, cinco anos atrás, no Culto do Início da Primavera, não foi? Agora, não é por isso que nós vamos dizer que nos tornaremos companheiros dessas pessoas no futuro, pois temos que prestar atenção no “não tenham nada a ver com esse tipo de gente (Efésios 5:7)”. Precisamos definir claramente a nossa própria maneira de viver. Foi assim que, nesta ocasião, soubemos que os Solos Sagrados de Meishu-Sama já não existem mais aqui na Terra e, portanto, isso é uma grande bênção. Meishu-Sama veio até nós e disse: “Saibam disso”. Assim sendo, agora, os senhores construirão sob a liderança de Kyoshu-Sama o Solo Sagrado que Meishu-Sama realmente deseja. É assim que eu penso. Então, ao pensarmos dessa maneira, existem muitas coisas que aconteceram graças à purificação na Igreja. O mesmo pode ser dito dos Solos Sagrados, em relação à ressurreição do nome Igreja Mundial do Messias e, além disso, embora Meishu-Sama tenha celebrado a Cerimônia Provisória da Comemoração do Nascimento do Messias e quisesse celebrar a verdadeira cerimônia, ele ascendeu aos céus antes disso e nós conseguimos celebrar a Cerimônia Especial de Comemoração do Nascimento do Messias pelas nossas próprias mãos. Todos esses acontecimentos são maravilhosos, não são? Aliás, também temos o assunto sobre o Johrei, certo? Meishu-Sama, após ter sofrido um derrame cerebral hemorrágico, disse que o Johrei já não era mais tão importante. Ele também disse que, a partir de então, seria a era do sonen e que havia descoberto um novo Johrei através do sonen. Meishu-Sama disse isso, senhores. Isso é muito sério! Naquela época, esse conteúdo foi publicado no periódico da Igreja e todos os membros também ficaram cientes disso. No entanto, Meishu-Sama disse essas coisas em seu último ano de vida terrena e, uma vez que até tínhamos o Johrei como único foco, não fomos capazes de nos desfazermos dele, embora Meishu-Sama tenha dito isso, por acharmos, por exemplo, que o Johrei é prático no trabalho de difusão. Só que, graças à purificação na Igreja, conseguimos corresponder ao sentimento de Meishu-Sama, certo? Com o início da purificação na Igreja, surgiram críticas dizendo que Kyoshu-Sama estaria negando o Johrei, porque falava a respeito da entrega a Deus. Bem, na verdade, foi graças a isso que se tornou claro o fato de Meishu-Sama ter dito que o Johrei já não era mais tão importante. Através da purificação na Igreja, fomos capazes de perceber que Kyoshu-Sama está fazendo isso pelo bem da vontade de Meishu-Sama. O que eu penso é que isso ficou claro graças ao surgimento da purificação na Igreja. Se não fosse esse o caso, acho que também seria muito difícil Kyoshu-Sama dizer, sem mais nem menos, para todos os membros que vinham tendo o Johrei como único foco, o seguinte: “Senhores, na verdade, Meishu-Sama disse as seguintes palavras”. Além disso, também temos a atuação em consonância com o cristianismo. Meishu-Sama queria atuar em consonância com o cristianismo para cumprir, de corpo e alma, a missão de salvar toda a humanidade. É isso, não é mesmo? Isso também havia praticamente sido sepultado na escuridão, e nós mesmos não pensávamos profundamente a respeito disso. Ao pensar a respeito disso tudo, fico pensando comigo mesmo o que teria acontecido conosco se a purificação na Igreja não tivesse realmente acontecido. É óbvio que tudo isso seria um problema se Meishu-Sama não tivesse dito todas essas coisas, certo? Mas Meishu-Sama disse. Além de ele ter celebrado a Cerimônia Provisória da Comemoração do Nascimento Messias, na época de Meishu-Sama, o nome da Igreja não era Igreja Messiânica Mundial, mas sim, Igreja Mundial do Messias. E, além do mais, o que foi dito a respeito do sonen e outras coisas mais são palavras que foram ditas por Meishu-Sama. Em linhas gerais, o próprio Templo Messiânico, na época de Meishu-Sama, era chamado de Templo Messias. E foi nesse Templo Messias que Meishu-Sama preparou um fosso de orquestra e, em suma, o ideal de Meishu-Sama por esse local é que ele fosse um altar e, também, fosse um palco. Seria um local para orarmos a Deus e, ao mesmo tempo, um local para logo em seguida escutarmos uma orquestra, apresentações musicais e outras coisas mais. E ele disse que, para tanto, seria necessária uma verdadeira harmonia no espaço transitório com esse palco, o que era muito difícil. Meishu-Sama também disse que queria executar o coro Aleluia e que a orquestra deveria ser composta por 60 pessoas. Um fosso de orquestra, viu? Isso é um tema que foi abordado há mais de 70 anos, viu? O fervor de Meishu-Sama pela música era sensacional, não era? Mas isso não existe mais, existe? Hoje, no Templo Messiânico já não existe mais um fosso de orquestra. Eu acho que o fato de Meishu-Sama ter preparado um fosso de orquestra é, em outras palavras, um ensinamento: a ação de ter feito isso, é um ensinamento. Afinal, trata-se de uma mensagem forte voltada para todos nós, já que ele estava nos dizendo: “Teremos canções! Os membros as escutarão!”; já que ele estava nos dizendo: “Ficaremos frente a frente com Deus, mas também teremos canções”. Os cultos da Igreja Mundial do Messias, celebrados atualmente, também almejam exatamente essa sensação de total união entre o momento de voltarmos o nosso coração a Deus e o momento destinado à canção. Isso acontece em todos os cultos especiais. Mas, antes de mais nada, essa era a concepção que Meishu-Sama tinha em relação aos cultos. Afinal, a visão de Meishu-Sama era a integração, a fusão, entre o ato de ficar frente a frente com Deus e a canção. Então, acho que o local voltado para a oração no Solo Sagrado que construiremos, ou seja, essa instalação, precisa ser construído de uma forma perfeitamente coerente com essa mensagem que Meishu-Sama nos deixou ao construir o Templo Messias, não é? Além disso, é obvio que a engenharia teve uma evolução considerável desde aquela época, certo? Meishu-Sama preparou um fosso de orquestra com assoalho flutuante, que era a tecnologia mais moderna naquela época. Já se passaram mais de 70, quase 80 anos, desde então e, por assim ser, precisamos usar a tecnologia mais moderna que existe hoje em dia para construir um local no qual a canção e a oração estejam em total união, pois creio que essa seja a vontade de Meishu-Sama. Então, o que eu penso é que a Igreja Mundial do Messias impreterivelmente corresponderá a esse sentimento de Meishu-Sama e que vamos construir um Solo Sagrado como esse. O título das Sagradas Palavras de Meishu-Sama que foram lidas hoje é “A canção no futuro”. Acho que poucas pessoas conheciam essas Sagradas Palavras, pois não foram publicadas em coletâneas como o Alicerce do Paraíso e outras mais. Dentro dessas Sagradas Palavras, um determinado membro fez uma pergunta para Meishu-Sama, na qual ele questionava o que Meishu-Sama pensava a respeito do futuro da canção. Ao ser questionado a esse respeito, Meishu-Sama respondeu: “No futuro, a canção desempenhará um papel de extrema importância na nossa Igreja. Pretendo criar uma canção nova e global através da nossa Igreja”. Essas Sagradas Palavras são sensacionais, não são? Uma vez que se trata de “a canção desempenhará um papel de extrema importância na nossa Igreja”, Meishu-Sama estava afirmando que a Igreja, futuramente, daria um papel de extrema importância para a canção, não é mesmo? Vejam a concepção de Meishu-Sama: ele queria “criar uma canção nova e global através da nossa Igreja”. E ele disse: “O Templo Messias, em Atami, será construído com base nesse pensamento”. Isso foi na época em que o Tempo Messias ainda seria construído, certo? Por serem Sagradas Palavras que foram escritas em 1949, foi necessário um certo tempo para que, de fato, essa concepção ganhasse forma concreta no Tempo Messias. Só que Meishu-Sama disse que, futuramente, a canção desempenharia um papel de extrema importância dentro da sua Igreja e que, a partir dessa Igreja, seria criada uma canção nova e global. Além disso, ele também disse nestas Sagradas Palavras que “também pretendemos inserir coisas como comédias modernas e leves, concertos musicais e filmes”. E ele também disse o seguinte: “De fato, também quero criar canções similares às das missas no cristianismo”. Não sei muito bem o que vem a ser uma canção tocada nas missas cristãs, mas essas palavras indicam que, no mínimo, Meishu-Sama escutou algumas canções tocadas nas missas cristãs e que ele queria que a sua Igreja criasse canções como aquelas. Realmente estas Sagradas Palavras são muito sérias, não é mesmo? A seguir, ao afirmar que as canções ocidentais chegaram a um beco sem saída, Meishu-Sama disse que a nossa Igreja “deveria criar uma nova canção”, exortando-nos a criar um cântico novo, certo? A seguir, ele disse o seguinte: “As canções ocidentais são agitadas. As canções japonesas são tranquilas. As canções chinesas são românticas. Queremos criar algo que unifique esses três estilos”. Além disso, o que mais me surpreendeu nestas Sagradas Palavras é o que está escrito dentro da pergunta feita por aquele membro, referente ao ingresso na fé de pessoas, uma após a outra, que teriam relação com a música. Esse trecho é o seguinte:Em fevereiro, logo depois de um professor de música conhecer a Igreja, seus alunos também se filiaram à Igreja, um após o outro. Dentre eles, havia um jovem com um dom excepcional para composições musicais, uma cantora soprano e outros indivíduos talentosos. Querendo criar, de forma ainda mais ousada e ampla, o verdadeiro e novo caminho musical através dos ensinamentos da Igreja, o professor está animado.“A canção no futuro”, 5 de julho de 1949 Na Igreja Mundial do Messias, nós também temos esse “jovem com um dom excepcional para composições musicais”, não temos? O nome dele é Naoya Ichioka. De fato, ele é um jovem, pois ainda está na faixa etária dos 20 anos de idade. Um cantor soprano: como todos sabem, temos a cantora soprano Itsuko Ozawa, que sempre canta nos cultos. Em relação ao “atualmente”, assim como consta nas Sagradas Palavras “A canção no futuro”, temos a cantora Michiko Matsunaga que começou a cantar atualmente nos cultos, certo? Mesmo em relação ao trecho “e outros indivíduos talentosos”, a Igreja Mundial do Messias possui um Departamento de Música que tem recebido novos componentes e, atualmente, muitos jovens passaram a cantar no Coral Messias. Não há como pensar que todos esses fatores sejam uma coincidência, certo? “Um jovem com um dom excepcional para composições musicais, uma cantora soprano e outros indivíduos talentosos”: até parece que estas Sagradas Palavras foram precisamente escritas para o nosso momento atual, não é mesmo? E, uma vez que Meishu-Sama disse que pretende “criar uma canção nova e global através da nossa Igreja” e que “a nossa Igreja deveria criar uma nova canção”, o que nós devemos fazer é criar uma nova canção. É isso, não é mesmo? O que seria esse novo cântico que Meishu-Sama está dizendo? A resposta para essa pergunta está no trecho da Bíblia que foi lido hoje, Salmos 96, onde está escrito o seguinte: “Cantem ao Senhor um cântico novo! Toda a terra cante ao Senhor! Cantem ao Senhor e louvem o seu nome; proclamem todos os dias a sua salvação”. Trata-se de um cântico novo. Agora, em relação ao que viria a ser esse cântico novo, a resposta está no trecho do Salmos 96 que diz o seguinte: “Digam entre as nações: ‘O Senhor reina!’; ele firmou o mundo para que não seja abalado”. É isso, senhores, o que vem a ser o cântico novo. E o que Meishu-Sama disse a respeito de uma canção nova também é isso. “O Senhor reina!”: a letra do coro Aleluia que Meishu-Sama tanto amou fala sobre isso, certo? Afinal, no coro Aleluia é cantado o júbilo pelo fato de o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, reinar este mundo de agora em diante, não é mesmo? “‘O Senhor reina!’; ele firmou o mundo para que não seja abalado”: o que isso significa? Ao olhar para o mundo, não temos a visão de que todos os reis deste mundo estão sendo governados por Deus, temos? Nossa visão consiste em achar que o presidente ou primeiro-ministro de um determinado país não serve para nada, ou que ele precisa ser substituído, não é? Mas, na verdade, o Senhor já se tornou o Rei! E o mundo já não será mais abalado. É por isso que se trata de algo novo! No mundo atual, mesmo que os acontecimentos pareçam ser desarmoniosos aos nossos olhos, do ponto de vista de Deus, esses acontecimentos precisariam acontecer de qualquer forma e, por isso, Deus faz com que tudo aconteça por meio da Sua autoridade de Rei. Em suma, a nossa visão é a seguinte: Deus está dormindo. Nossa visão consiste em ordenar a Deus que Ele não durma, que Ele intervenha rapidamente, que Ele faça algo com o mundo, que Ele faça algo com o nosso cotidiano, que Ele seja coroado como o Rei rapidamente e que Ele faça com que o mundo seja firme e não seja abalado. Ou seja, nossa visão é a de que o mundo da Luz ainda não chegou, certo? Mas, em meio a isso tudo, a visão que nós devemos ter é a que consegue dizer o seguinte: “Ó Deus, o Senhor está acordado. O Senhor se mantém firme dentro de mim e dentro de todas as pessoas, e isso é algo para se alegrar”, não é? Os senhores precisam se alegrar, pois o cântico que expressa esse júbilo é o coro Aleluia; o cântico que expressa o júbilo de o Cristo se tornar o Rei e de ele reinar por todo o sempre é o coro Aleluia. Penso que Meishu-Sama teve essa sensação em relação à canção, enquanto ele escutava o coro Aleluia. O mesmo aconteceu quando ele recebeu a revelação no monte Nokoguiri de que um novo mundo havia sido estabelecido dentro dele e, portanto, bastaria aumentar o número de pessoas que sentissem o mesmo. É por isso que nós precisamos realmente dar importância para essas Sagradas Palavras de Meishu-Sama, “A canção no futuro”, bem como ao fato de ele ter preparado um fosso de orquestra, ter amado tanto o coro Aleluia, entre outras coisas relacionadas a isso, enquanto avançamos as atividades do Coral Messias. Qualquer pessoa pode participar do Coral Messias. Não é preciso ter dons musicais, pois Meishu-Sama queria que os membros cantassem o coro Aleluia. Então, vamos todos nós, todos os membros, criar e cantar uma nova canção – a nova canção mundial que Meishu-Sama desejou. Vamos fazer isso na Igreja Mundial do Messias. É isso o que eu penso. Então, dentro disso tudo, temos os Salmos de Meishu-Sama que foram entoados no culto de hoje. No total, foram entoados 9 salmos. Enquanto os escutava, até achei que o segundo oficiante perderia o fôlego [risos]. O primeiro salmo entoado hoje foi: “As vozes resolutas / Que exaltam e louvam a Vossa realização, ó Deus, / Ressoam por todo o Universo!” As “vozes resolutas”, além de serem, é claro, as vozes que emitimos em nossas orações, também são as vozes puras e resolutas dos cantos que exaltam a realização de Deus. Por assim ser, isso significa que Deus se ergueu. Ele se ergueu e fez com que o mundo não fosse abalado. É essa realização de Deus que nós devemos louvar. É a nossa voz resoluta, que diz algo como: “Ó Deus, o Senhor é Rei. Vós já estais preenchendo totalmente a tudo e a todos”. É essa voz que ressoa por todo o Universo através das atividades do Coral Messias e, além disso, através das orações que oferecemos diariamente. Existem pessoas que não conseguem falar, certo? Mas essas pessoas podem dizer isso dentro do seu coração, pois toda a criação se faz presente dentro de cada um de nós. Assim sendo, o que precisa ser feito é fazer com que a voz que ecoa dentro do nosso coração ressoe até Deus, não é mesmo? A seguir, foi entoado o seguinte salmo: “Aleluia! Aleluia! / Quão incrível e jubiloso é / Quando tu, o Messias, desce à Terra, / A este exato mundo onde vivemos agora!” O sentido da palavra Aleluia é “louvem a Deus” e, por assim ser, este salmo está nos mostrando que é com a palavra “Aleluia” que nós vamos louvar a alma de Deus, a alma Messias, que desceu até o interior de cada um de nós, pois isso é algo jubiloso. Mesmo não conseguindo enxergar isso, o mundo já está sendo governado por Deus. Estamos sendo exortados a, sem falta, louvar isso através da palavra Aleluia. No livreto do culto de hoje foi impresso o comunicado a respeito do Projeto Aleluia, certo? O seu objetivo é irmos até vários locais por todo o Japão e cantar o coro Aleluia e outras canções, e fazermos ressoar por todo o Universo o som das vozes de louvor a Deus. Eis o objetivo desse projeto, e creio que Meishu-Sama deseja isso. E é exatamente isso o que, agora, estamos prestes a concretizar pelas nossas próprias mãos. O terceiro salmo entoado hoje foi: “Desde tempos antigos, / A única religião fundada através da arte / É a religião do Messias. / Sim. Não existe outra.” Meishu-Sama realmente deu muita importância à arte. Os Solos Sagrados e outros fatores, incluindo também o fosso de orquestra no Templo Messias, mostram isso, e ele também colecionou inúmeras obras de arte e outros objetos artísticos, certo? No entanto, assim como eu disse na primeira parte das minhas palavras no dia de hoje, é o mesmo que está escrito nos seguintes salmos: “Patéticos são aqueles que, / Apesar de estarem cobertos pelas roupas da cultura, / Cometem atos bárbaros.” “Miseráveis são aqueles que, / Enquanto vestem as belas vestes da cultura, / Escondem a sua própria feiura.” Existiu uma bela cultura que Meishu-Sama fez questão de preparar. Ele deixou para nós uma bela cultura, como as obras de arte e outras coisas mais. Porém, isso acabou sendo profanado. Meishu-Sama, através desses dois salmos, está nos mostrando que, o que realmente importa, é o nosso coração, esse coração puro que louva a Deus, não está? Por mais que digam que se trata dos Solos Sagrados ou das obras de arte, vestindo as belas roupas da cultura, se acabarem cometendo o que foi cometido contra Kyoshu-Sama – ou seja, contra todos os membros – isso é o fim dessas pessoas! Como eles são patéticos. É isso, não é mesmo? A seguir, foi entoado o seguinte salmo: “Saibam todos disto: / A arte existe no Paraíso e não no Inferno.” A verdadeira arte está no Paraíso. Logo, esquecer-se do Paraíso e dizer que as coisas aqui na Terra são importantes, e que isso sim é a arte, faz com que esse local seja um mero Inferno e, nele, a arte não existe. Mas o que Meishu-Sama mais deseja de nós está neste salmo: “Quão preciosa é a obra / Que eleva o espírito de todas as pessoas / Através da bela arte!” Ou seja, o que esse salmo está nos mostrando é que o coração humano é doutrinado através da verdadeira arte; que o coração das pessoas é purificado ao ter contato com uma arte magnífica, certo? Ao pensar dessa maneira, os Solos Sagrados de Meishu-Sama já não existem mais aqui na Terra. Também já não existe mais aqui na Terra uma organização que esteja desenvolvendo as atividades artísticas que Meishu-Sama deseja. Naturalmente, não há como o corpo e espírito das pessoas se elevarem através das obras de arte que são manuseadas pelas pessoas que cometeram aquele ato vil contra Kyoshu-Sama. Senhores, Kyoshu-Sama é neto de Meishu-Sama. Além de não existir mais nenhum Solo Sagrado de Meishu-Sama aqui na Terra agora, também não existem mais pessoas que tenham herdado o sentimento de Meishu-Sama pela arte. Atualmente, as únicas pessoas capazes de fazerem isso são os senhores da Igreja Mundial do Messias, não é? Então, concretamente falando, o que precisa ser feito é o que consta nos dois salmos entoados por último hoje. Um deles é o seguinte: “Eu lhes digo isto: / Purifiquem o seu coração / Para que possam servir na obra / De limpar este mundo profanado. / Vocês devem se tornar este tipo de pessoa.” Ou seja, em vez de nos colocarmos numa posição em que sempre seremos salvos, devemos purificar nosso coração – purificar no sentido de aceitar o Redentor, pois, sem essa aceitação, não há como avançar para a próxima etapa, que é o perdão – devemos purificar nosso coração e, depois disso, nos tornarmos uma pessoa que, pelo contrário, atua na obra de limpeza deste mundo. É isso o que Meishu-Sama está nos dizendo. Em vez de se colocar na posição de quem recebe a arte e diz: “Nossa, que bom! Essa arte é magnífica”, pelo contrário, cada um dos senhores precisa limpar o mundo. E, uma vez que cada um dos senhores é capaz de cantar uma canção, limpem o coração das pessoas no mundo através de suas vozes ao cantar. O último salmo entoado hoje foi: “A voz dos fiéis / É projetada de seu coração sincero. / Teria ela o poder de influenciar e mudar o mundo? / É claro que sim!” Ou seja, não há razão para essa voz, que é projetada a partir do coração sincero dos senhores, os membros, não influenciar e mudar o mundo. Eis o que esse salmo diz. Então, o que eu estou querendo transmitir aos senhores é a música – a canção. Uma vez que Meishu-Sama disse que, no futuro, a canção desempenharia um papel de extrema importância na sua Igreja, é através do Coral Messias, através das canções e através dessa voz que ecoa a partir do vosso coração sincero, que os senhores precisam influenciar o mundo. Meishu-Sama disse que o mundo será influenciado! Mas nós não chegamos a pensar que o mundo será influenciado pela nossa voz, pelo canto dos membros, chegamos? Meishu-Sama disse que se os membros cantarem com um coração sincero, o mundo será influenciado. Assim sendo, as atividades do Coral Messias diferem completamente de ser algo que se resume em nos deleitarmos com a música. Na verdade, é uma atividade de salvação, viu! Em vez de agir como agíamos até hoje e terminarmos em uma posição de quem recebe a arte, dizendo que as obras de arte são belas, de agora em diante nós temos que avançar para o próximo estágio. É dessa maneira que chegou a hora de cada um dos senhores avançar a personificação do sentimento de Meishu-Sama pela religião artística através Coral Messias e, além disso, creio que a construção do Solo Sagrado também é voltada para a concretização disso. Tudo o que eu estou falando para os senhores agora veio à tona através da purificação na Igreja. Fomos guiados até aqui por meio de um cordão invisível. Vejam a Cerimônia Especial de Comemoração do Nascimento do Messias, a Igreja Mundial do Messias, os Solos Sagrados, a religião artística e o coro Aleluia. É por isso que essa purificação na Igreja é algo pelo qual devemos agradecer de todas as formas possíveis, sem achar que estamos sendo forçados a fazer isso ou qualquer outra coisa nesse sentido. No dia 18 deste mês, ou seja, dentro de pouco menos de três semanas, celebraremos o Culto do Natalício de Meishu-Sama e do Natal de Jesus Cristo, certo? Atualmente, ao percorrer as ruas das cidades, podemos sentir o que, digamos, aquece muito o coração, ou seja, a agitação da época do Natal, onde vemos famílias e casais de namorados se divertindo. Pouco tempo atrás, ao presenciar uma cena como essa, de repente uma visão completamente contrária a essa cena me veio à mente. Essa cena é a de Jesus crucificado – a imagem de Jesus na cruz. Jesus foi coroado com uma coroa de espinhos, pessoas o insultavam dizendo: “Você não é um rei?”, cuspiram nele e deram tapas no seu rosto. Além disso, ele teve que carregar sua própria cruz até o Gólgota, local onde seria crucificado, e, depois de ter chegado nesse lugar, foi então a vez de ele ter suas mãos e pés pregados na cruz. Em meio à grande dor que ele sentia, as pessoas que estavam ao redor da cruz zombavam e riam de Jesus dizendo que se ele era mesmo o Rei de Israel, que salvasse a si mesmo ou que ele salvou os outros, mas não salvou a si mesmo. E, em meio a uma solidão e desesperança avassaladora, Jesus clamou em voz alta: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste? (Mateus 27:46)” E, por fim, ele acabou morrendo na cruz. Nós conseguimos aproveitar o Natal hoje em dia porque esse sofrimento de Jesus existiu. Conseguimos trocar presentes de Natal, pensar a respeito de como vamos preparar o banquete de Natal, reunirmo-nos em família ou termos encontros com outras pessoas porque esse sofrimento de Jesus existiu. Essa imagem de descontração é completamente contrária à imagem que se apresentava diante dos olhos de Jesus. Meishu-Sama compôs o seguinte salmo: “Ó Deus! / Sem a expiação pelo deus Tokotati, / O Universo inteiro certamente já teria perecido!” Aqui temos o deus Tokotati e acho que muito pode ser dito a respeito dessa divindade, mas já que Meishu-Sama disse que Jesus é o Senhor da Expiação, o Redentor, então, o apogeu da expiação é Jesus. Ou seja, isso significa que, sem a expiação por Jesus, o Universo inteiro certamente já teria perecido. Esse salmo foi composto por Meishu-Sama, viu! Naturalmente, sem a expiação por Jesus, certamente não poderíamos aproveitar o esplendor do Natal, como fazemos hoje em dia, e, antes de tudo, Meishu-Sama nem teria nascido, pois certamente o Universo já teria perecido. Sem a expiação por Jesus, Meishu-Sama não teria existido, nós não teríamos encontrado Meishu-Sama e sequer estaríamos trilhando o caminho da fé em Meishu-Sama. Também não viveríamos hoje, amanhã ou depois de amanhã. O fundamento de tudo o que nós fazemos é essa expiação. Mas será que nós havíamos pensado a respeito disso até hoje? Logo, trata-se de “sem Jesus Cristo, Meishu-Sama não existe”. Não existe nada mais óbvio do que isso, existe? Afinal, sem a expiação por Jesus, este Universo já teria perecido. É óbvio que a grandeza de Meishu-Sama é incontestável. Porém, sem a expiação por Jesus, nem mesmo esse Meishu-Sama teria existido! Afinal, como vimos no salmo que citei há pouco, ele próprio disse que, sem a expiação, o Universo inteiro certamente já teria perecido. Isso significa que, sem ela, não conseguiríamos fazer nada. Não conseguiríamos saborear os alimentos, como fazemos hoje, nem mesmo nos encontrar com amigos ou ter brigas com eles. Também não conseguiríamos sentir alegria, tristeza ou chorar, nem mesmo pensar “Meishu-Sama” ou cantar cânticos. Enfim, não conseguiríamos fazer nada! Não conseguiríamos nem mesmo respirar e nos mantermos vivos. Assim sendo, por mais que Kyoshu-Sama e eu sejamos criticados, definitivamente eu aceitarei a existência de Jesus; darei importância a Jesus. Nesse sentido, os cristãos chamam Jesus de “Senhor”, e, mesmo para nós, uma vez que Jesus é o Senhor da Expiação, o Redentor, ele também é o nosso Senhor Jesus Cristo – o nosso Senhor. E quem nos esclareceu que Jesus é o Redentor foi Meishu-Sama, certo? Meishu-Sama. Então, ele também é o nosso Senhor, o nosso Senhor Meishu-Sama. Afinal, Meishu-Sama é o Senhor da Luz. Foi Meishu-Sama quem tornou clara a verdade, não foi? Quem é o nosso Senhor que tornou claro o verdadeiro desejo de Jesus, que consiste em toda a humanidade nascer de novo como Messias, é Meishu-Sama. Quem nos mostrou o modelo do nascer de novo como o Messias através de sofrimentos intensos, e por meio da sua vida, foi Meishu-Sama. É por isso que ele é o nosso Senhor Meishu-Sama, viu! Tanto Jesus é o nosso Senhor como Meishu-Sama também é o nosso Senhor. Nós louvaremos os dois, louvaremos nossos Senhores, no Culto do Natalício de Meishu-Sama e do Natal de Jesus Cristo que será celebrado no dia 18 de dezembro, não é mesmo? Acerca de Jesus, até hoje nós não havíamos pensado que ele é o alicerce pelo qual nos encontramos com Meishu-Sama. E, além disso, uma vez que, sem a expiação por Jesus, nós não existiríamos hoje, ele, Jesus, também é o alicerce de todo o nosso cotidiano. Logo, certamente nós também precisamos agradecer a Jesus! Nós conseguimos existir hoje; nós conseguimos nos encontrar com Meishu-Sama. Isso se deve ao fato de Jesus ter enfrentado a desesperança, solidão e escuridão, uma situação completamente contrária ao esplendor do Natal. Assim sendo, gostaria que os senhores participassem do primeiro Culto do Natalício de Meishu-Sama e do Natal de Jesus Cristo, em 18 de dezembro, com esse sentimento. Enfim, hoje é a última ocasião neste ano, em um culto aqui na sede, que estou me dirigindo aos senhores. Eu falei bastante aqui na sede, não falei? [risos] E foi realmente gratificante os senhores terem me escutado, mas há algo que eu tenho pensado, já que estamos próximos do fim de mais um ano, ou seja, nós queremos rir por último, não é? Embora muitas coisas aconteçam, queremos rir por último, e pensar: “Ah! Como foi bom!”, certo? Queremos pensar desta maneira mesmo nessa época do fim de ano como em todas as situações, não é? Mas, na verdade, quem mais deseja rir por último é Deus, sabiam? No fim de tudo, Deus quer rir juntamente a toda a humanidade. Existe uma chuva de inúmeras coisas que cai sobre nós devido ao que chamamos de purificação, certo? À primeira vista, achamos que o amor de Deus não existe nisso, mas, certamente, Deus faz com que inúmeras coisas aconteçam porque Ele está nos dizendo: “Bem, Eu quero rir por último contigo. Quero compartilhar a mesma alegria, nos abraçarmos e rir contigo”. Naturalmente, há momentos em que é difícil acreditar nisso. Talvez aflore em nós sentimentos como, por exemplo: “Aquela pessoa já cometeu o suicídio. Uma vez que ela já se suicidou, não há mais o que ser feito, ó Deus!” Mas até mesmo as pessoas que cometeram suicídio definitivamente estão sendo guiadas por Deus para que, junto a Ele, possam se encontrar com a vida de Deus. Ademais, por mais que pensemos que as pessoas que foram deixadas para trás jamais conseguem superar essa tristeza e sofrimento por toda a vida, Deus certamente as fará superar isso e as guiará rumo ao caminho pelo qual elas poderão rir por último com Deus. Isto porque, Deus não concede tristezas e sofrimentos que não somos capazes de superar. Portanto, não há desesperança nem mesmo para aqueles que, por exemplo, se suicidaram ou morreram de doença. Por mais que os senhores pensem que, “aquela pessoa se suicidou e não conseguirei sentir mais alegria a vida toda”, ou que, “aquela pessoa morreu quando ainda era tão pequena, morreu quando ainda era muito jovem num acidente, e não conseguirei sentir mais alegria a vida toda”, não precisam ficar desesperados. Por quê? É porque Deus quer rir conosco por último e, embora seja doloroso até mesmo para Ele, Deus está nos guiando de todas as maneiras possíveis. Então, durante os dias que faltam para o fim deste ano e durante todo o próximo ano, também, precisamos crer em Deus e Lhe dizer: “Ó Deus, o Senhor certamente preparou o momento quando eu irei rir por último convosco, não é?” Se conseguirmos pensar dessa maneira agora, mesmo que por uma fração de segundos, na verdade, realmente estaremos alcançando um pouquinho essa alegria neste exato instante. Deus certamente preparou para nós a Luz e a esperança. Durante todo este ano, nós fomos guiados por esse Deus e também seremos guiados por Ele no ano que vem. Naturalmente existem inúmeras coisas que acontecem no mundo humano, mas, em meio a essas circunstâncias, vamos ter coragem e confiar em Deus, trilhando em comunhão durante o próximo ano. Muito obrigado.[1] Nota do Tradutor: as pessoas que se autointitulam diretores executivos da Igreja Messiânica Mundial cometeram o ato de excluir o Masaaki-Sama, bisneto de Meishu-Sama, do cadastro de membros.[2] Nota do Tradutor: na nave estavam pessoas que foram excluídas do cadastro de membros da Igreja Messiânica Mundial por se manterem na fé centralizada em Kyoshu-Sama.